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Neuromodulação

Dormir é um dos pilares essenciais da saúde e do bem-estar. Contudo, cada vez mais portugueses sofrem de insónia e distúrbios do sono que afetam a energia, a concentração e até a saúde mental. A boa notícia é que a ciência e a tecnologia têm vindo a evoluir para oferecer soluções eficazes e seguras — e uma delas já está disponível nas nossas clínicas de Rebordosa e Espinho: a Neuromodulação não invasiva da Nesaworld.

 

Recentemente, esta terapia foi destacada pela Revista Sábado no artigo “Os segredos para uma noite tranquila e revigorante” (edição de 1 de outubro de 2025), que aborda os avanços no tratamento da insónia e o papel inovador do fisioterapeuta Dr. Filipe Ramos, fundador do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos.

 

“Uma pessoa com insónias tem o sistema nervoso simpático extremamente elevado, e a neuromodulação envia impulsos elétricos que reequilibram o sistema nervoso autónomo, promovendo um sono mais profundo e reparador”, explicou o Dr. Filipe Ramos à Sábado.

 

 

Um caso real tratado na nossa clínica

 

Entre os casos que comprovam a eficácia deste método, destaca-se o de Luís Rodrigues, um dos nossos pacientes, que durante mais de 10 anos viveu com insónias severas e noites em claro. O seu testemunho foi também partilhado na reportagem:

 

“Adormecia sem dificuldade, mas acordava às 3h ou 4h da manhã e já não voltava a adormecer”, contou. “Cheguei a beber 18 cafés por dia.”

 

Depois de inúmeras tentativas falhadas e tratamentos medicamentosos sem sucesso, foi através da Neuromodulação não invasiva que conseguiu finalmente recuperar o sono e a qualidade de vida.

 

“Durmo cinco, seis horas seguidas e bem dormidas. Mesmo quando desperto à noite, volto a adormecer. Vou envelhecendo, mas sinto-me mais novo do que há 10 anos”, afirmou Luís Rodrigues à Revista Sábado.

 

Para o Dr. Filipe Ramos, este é um exemplo inspirador do impacto que a neuromodulação pode ter na saúde e no equilíbrio de quem sofre com insónia, ansiedade ou fadiga crónica. “Cada paciente é único e merece uma abordagem personalizada. A neuromodulação permite-nos atuar sobre o sistema nervoso autónomo, promovendo uma verdadeira reeducação neurológica do corpo”, explica.

 

 

Como funciona a Neuromodulação não invasiva

 

A Neuromodulação não invasiva é um tratamento tecnológico avançado e indolor, desenvolvido pela Nesaworld, que utiliza impulsos elétricos suaves para recalibrar o sistema nervoso autónomo. Este sistema é responsável pela regulação de funções vitais como o sono, o stress, o ritmo cardíaco e a digestão.

 

Durante o tratamento, o paciente permanece confortavelmente sentado ou deitado num cadeirão ligado ao equipamento de neuromodulação. Cada sessão dura cerca de uma hora. A terapia tem efeito cumulativo, sendo geralmente recomendadas 10 sessões iniciais, seguidas de sessões de manutenção mensais para resultados duradouros.

 

Ao equilibrar a atividade elétrica cerebral e a resposta do sistema nervoso, este método melhora a qualidade do sono, reduz os níveis de ansiedade e potencia a recuperação física e emocional.

 

 

Muito mais do que tratar insónias

 

Embora o destaque da reportagem tenha sido o tratamento da insónia, a Neuromodulação não invasiva tem mostrado resultados positivos noutras condições clínicas, como:

 

– ansiedade e stress crónico,

– fadiga persistente,

– fibromialgia e dor muscular,

– perturbações hormonais,

– distúrbios digestivos e circulatórios.

 

Tudo isto de forma natural, não farmacológica e sem efeitos secundários.

 

 

O compromisso do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos

 

Com unidades em Rebordosa e Espinho, o Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos tem-se afirmado como referência nacional em terapias de reabilitação e bem-estar.
Sob a direção do Dr. Filipe Ramos, fisioterapeuta e especialista em terapias manuais e neuromodulação, as equipas da clínica trabalham com um propósito claro: ajudar cada paciente a recuperar o equilíbrio físico e emocional, através de abordagens integradas e inovadoras.

 

“Acreditamos que o corpo tem uma extraordinária capacidade de autorregulação — basta sabermos como o estimular corretamente. É isso que a neuromodulação nos permite fazer”, reforça o Dr. Filipe Ramos.

 

 

Um agradecimento especial

 

O Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos agradece profundamente ao nosso paciente Luís Rodrigues, pela confiança, pelo testemunho e pela generosidade em partilhar a sua história, inspirando outras pessoas a procurar ajuda e a acreditar na recuperação.

 

Agradecemos igualmente à Revista Sábado e à jornalista Susana Lúcio por darem visibilidade a este tema tão relevante para a saúde pública, e por destacarem o papel do Dr. Filipe Ramos e das nossas clínicas neste avanço terapêutico.

 

Convidamo-lo(a) a ler o artigo completo da Revista Sábado e a conhecer melhor este tratamento inovador que está a transformar vidas.

 

Se sofre de insónia, ansiedade ou fadiga crónica, ou se simplesmente procura recuperar o equilíbrio do seu corpo e mente, agende uma avaliação connosco.


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Fisioterapia, Terapia Manual

Muitas pessoas convivem com cicatrizes no corpo, sejam elas provenientes de cirurgias, acidentes ou doenças. À primeira vista, parecem apenas marcas inofensivas — sinais visíveis de um processo de cura. No entanto, o que poucos sabem é que essas cicatrizes podem estar na origem de dores crónicas, disfunções musculares, alterações posturais e até sintomas emocionais. Neste artigo, exploramos em profundidade as consequências ocultas das cicatrizes e como a fisioterapia e a terapia manual podem ser decisivas para restaurar o equilíbrio e o bem-estar.

 

 

O que é uma cicatriz?

 

Uma cicatriz é o resultado final do processo de cicatrização do corpo após uma lesão tecidual. Ela representa um remendo do tecido conjuntivo fibroso que substitui temporariamente a estrutura original lesionada, com o objetivo de fechar a ferida e proteger o organismo.

 

Apesar de ser uma solução biológica eficaz, a cicatriz nunca possui a mesma estrutura, elasticidade e funcionalidade do tecido original, especialmente se a lesão for profunda e atingir múltiplas camadas — pele, tecido subcutâneo, fáscia, músculo e, por vezes, vísceras.

 

 

A fáscia: O tecido que liga todo o corpo

 

A fáscia é um tecido conjuntivo contínuo que envolve músculos, ossos, órgãos e outras estruturas do corpo. É responsável por transmitir forças mecânicas, permitir deslizamento entre estruturas e manter a harmonia do movimento. Quando a fáscia é afetada por um corte profundo, como o de uma cirurgia, a sua continuidade e elasticidade são comprometidas.

 

Além disso, a fáscia possui inúmeros recetores nervosos, e qualquer agressão a esse tecido é “gravada” numa memória corporal inconsciente. Isso pode levar a bloqueios físicos e emocionais, mesmo anos após o evento que originou a cicatriz.

 

A fáscia, por estar altamente inervada, regista a memória da lesão, inclusive emocional. Situações traumáticas, como acidentes ou cirurgias de emergência, deixam marcas não apenas físicas, mas emocionais. Quando não tratadas, estas memórias mantêm o corpo em estado de defesa, dificultando a mobilidade, o relaxamento e a recuperação funcional.

 

 

Cicatrizes: Marcas visíveis com efeitos invisíveis

 

Apesar de pequenas, as cicatrizes podem desencadear um efeito dominó no corpo. Quando há perda de mobilidade na região da cicatriz, os tecidos circundantes tentam compensar essa limitação. Isso provoca alterações a longo prazo, muitas vezes sem que o paciente associe a dor ou o desconforto à cicatriz original.

 

As principais alterações causadas por cicatrizes incluem:

 

– Restrição de mobilidade tecidual

– Dor local ou irradiada

– Alterações posturais (como ombros enrolados ou inclinação pélvica)

– Dores musculares e articulares (pescoço, costas, quadris)

– Disfunções viscerais (digestivas, urinárias ou ginecológicas)

– Alterações na sensibilidade da pele (hipersensibilidade, formigueiro ou dormência)

– Comprometimento da função muscular

– Sintomas emocionais (ansiedade, tristeza, alterações de sono)

 

 

Tipos de cicatrizes patológicas

 

Nem todas as cicatrizes evoluem de forma saudável. Quando o processo de cicatrização sofre interferências, podem surgir:

 

  1. Cicatrizes Hipertróficas

Elevadas, espessas e vermelhas, mas restritas à área da lesão original.

 

  1. Queloides

Excesso de tecido cicatricial que ultrapassa os limites da lesão. Podem crescer progressivamente e ser dolorosos.

 

  1. Cicatrizes Atróficas

Afundadas em relação à pele, comuns em casos de acne severa ou varicela.

 

Cada tipo apresenta características específicas e exige uma abordagem personalizada no tratamento fisioterapêutico.

 

 

A relação entre cicatrizes e dores a longo prazo

 

Muitos pacientes procuram clínicas de fisioterapia ou osteopatia com queixas de dores persistentes no pescoço, na lombar ou mesmo dores de cabeça. O que muitos ignoram é que a origem pode estar numa antiga cicatriz abdominal, uma cesariana ou uma cirurgia ortopédica aparentemente bem-sucedida.

 

Isto acontece porque a fáscia, ao ser cortada e depois suturada, perde parte da sua mobilidade. Essa “âncora” invisível altera as tensões nas cadeias musculares, gerando compensações em outras partes do corpo — um ombro sobe, a bacia roda, a cervical é puxada para frente, e surge a dor.

 

 

Cicatrização: Um processo em três fases

 

  1. Fase Inflamatória (1 a 4 dias)

Há edema, dor, rubor e calor. O organismo inicia a resposta imunológica e a hemostasia.

 

  1. Fase Proliferativa (5 a 20 dias)

Formam-se fibroblastos e colagénio. Começa a formação da nova matriz extracelular.

 

  1. Fase de Maturação (a partir de 21 dias, podendo durar meses ou anos)

O tecido cicatricial é remodelado, tornando-se mais resistente, mas raramente igual ao original.

 

Mesmo após anos, o tecido cicatricial pode continuar a sofrer alterações, por isso é fundamental avaliá-lo regularmente.

 

 

Como a fisioterapia e a terapia manual atuam nas cicatrizes?

 

Tanto a fisioterapia quanto a terapia manual têm abordagens eficazes para libertar restrições teciduais causadas por cicatrizes, promovendo um reequilíbrio postural e funcional.

 

Avaliação individualizada

 

Antes de iniciar qualquer tratamento, é realizada uma avaliação completa para:

 

– Identificar o tipo de cicatriz

– Analisar a mobilidade do tecido cicatricial

– Verificar compensações posturais

– Avaliar padrões respiratórios e emocionais

 

Técnicas utilizadas

 

– Libertação miofascial: mobilização das aderências e tecidos restritos

– Mobilização visceral: essencial quando há envolvimento abdominal ou pélvico

– Mobilização diafragmática: melhora o padrão respiratório e reduz tensões viscerais

– Neuromodulação e EPI (eletrólise percutânea): para melhorar o trofismo e a função neuromuscular

– Reeducação Postural Global (RPG): corrige padrões compensatórios

– Pilates Clínico e Exercício Terapêutico: reeduca o controlo motor e fortalece as cadeias musculares

 

 

A importância da intervenção global

 

Uma cicatriz não deve ser tratada de forma isolada, mas sim no contexto global do corpo. Mesmo que esteticamente pareça discreta, os efeitos que produz podem ser profundos e multifatoriais.

 

Apenas massajar a zona com creme hidratante, embora útil para a pele, não é suficiente para desfazer as alterações funcionais internas.

 

 

Objetivos do tratamento fisioterapêutico

 

– Reduzir a dor e o desconforto

– Restaurar a mobilidade tecidual

– Reintegrar a função neuromuscular

– Corrigir alterações posturais

– Melhorar a biomecânica corporal

– Reequilibrar as tensões fasciais

– Restaurar a funcionalidade visceral e diafragmática

– Promover o bem-estar emocional

 

 

Casos comuns em que a cicatriz é a causa oculta

 

– Cesariana: dores lombares, alterações abdominais, dor pélvica

– Apendicectomia: dores na lombar ou no ombro direito (por alterações viscerais)

– Cirurgias ortopédicas (joelho, anca, coluna): restrições musculares e compensações posturais

– Episiotomia ou parto vaginal traumático: dor pélvica, dor nas relações sexuais

– Cirurgias oncológicas (mastectomia, histerectomia): alterações na respiração, postura, humor

 

 

Cicatrizes precisam de atenção especializada

 

A cicatriz é inevitável em muitos casos — parte de um processo de cura, de uma cirurgia necessária, de uma cesariana, mas não precisa ser sinónimo de dor, limitação ou desequilíbrio. Com o tratamento certo, é possível transformar essa marca numa parte funcional e integrada do corpo.

 

Se sente dor inexplicável, rigidez, cansaço crónico, alterações posturais ou desconfortos após uma lesão ou cirurgia antiga, a causa pode estar numa cicatriz mal tratada. A fisioterapia e a terapia manual têm um papel fundamental na identificação e tratamento dessas alterações.

 

No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos temos profissionais especializados na avaliação e tratamento de cicatrizes, com uma abordagem global, integrada e personalizada. Se necessitar da nossa ajuda, contacte-nos ou marque já a sua consulta.

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Neuromodulação

O sono é considerado um pilar básico para uma boa saúde, tão importante ou mais do que uma alimentação saudável ou o exercício físico. No entanto, não recebe toda a atenção que merece. O estilo de vida atual também não contribui para que a nossa noite de descanso seja de qualidade, no entanto, a neuromodulação não invasiva pode ser uma aliada contra a insónia.

 

A mudança de paradigma deve começar em cada pessoa. O Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos oferece-lhe a oportunidade de tratar as disfunções do sono de forma mais integrativa com a tecnologia de microcorrentes NESA®.

 

A neuromodulação não invasiva NESA® é especializada em melhorar a qualidade do sono, aumentar os níveis de sono profundo e aumentar a secreção de melatonina de forma não invasiva e eficaz, com efeitos que duram muito tempo.

 

 

Como você dorme? Sociedade Portuguesa de Pneumologia afirma que os portugueses dormem mal

 

Resultados de um inquérito realizado pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e pela Sociedade Portuguesa de Medicina do Trabalho (SPMT) revelam que os portugueses dormem mal.

 

Os resultados deste inquérito revelam que 46% dos portugueses com idade igual ou superior a 25 anos dormem menos de 6 horas por dia, 32% consideram ter um mau sono, 21% dos inquiridos tem insónia inicial, demorando mais de 30 minutos para adormecer, 32% consideram o seu sono razoavelmente mau ou mau, e 40% referem, pelo menos, um episódio, no último mês, de dificuldade em manter-se acordados enquanto conduziam, durante as refeições ou em atividades sociais. Estes dados revelam que “portugueses dormem mal e isso pode trazer consequências potencialmente graves para a saúde”, referem as pneumologistas.


 

“A má higiene do sono afeta negativamente a qualidade de vida em termos de perda de memória, sonolência acentuada, défice de concentração, irritabilidade e alteração do humor. A sonolência associada a esta má higiene do sono aumenta o risco de acidentes de viação e de acidentes de trabalho. Se o número de horas de sono for inferior ou igual a 5 horas, o risco cardiovascular também aumenta” acrescentam Susana Sousa e Sílvia Correia, representantes da Comissão de Trabalho.

 

 

O que é a insónia?

 

A insónia é um distúrbio do sono caracterizado pela dificuldade em iniciar ou manter o sono, que provoca fadiga, irritabilidade, falta de concentração e perturbações de humor. Pode ter diversas causas, como stress, ansiedade, dores crónicas, doenças respiratórias ou hipertiroidismo.

 

A insónia afeta negativamente a qualidade de vida das pessoas que dela sofrem e pode provocar diversos problemas de saúde física e mental. Por isso, é importante procurar soluções que ajudem a melhorar o descanso e o bem-estar.

 

 

Neuromodulação não invasiva melhora a qualidade do sono

 

Uma das soluções mais inovadoras e eficazes é a neuromodulação não invasiva, uma tecnologia de saúde que modula o sistema nervoso através de sinais elétricos impercetíveis ao ser humano, de forma a otimizar o seu correto funcionamento bioelétrico.

 

A neuromodulação não invasiva tem vários benefícios para as pessoas com insónia, incluindo:

 

– Alivia dores que o impedem de dormir bem: Muitas pessoas sofrem de dores nas articulações, pescoço, lombares ou dores de cabeça que dificultam o adormecimento ou acordam durante a noite. A neuromodulação não invasiva pode reduzir a inflamação, relaxar os músculos e melhorar a mobilidade através de técnicas manuais, massagem, alongamento ou eletroterapia.

 

– Promove o relaxamento do corpo e da mente: O stress e a ansiedade são fatores que alteram o sono e geram um círculo vicioso: quanto menos se dorme, mais aumentam. A neuromodulação não invasiva pode ajudar a libertar a tensão, regular a frequência cardíaca e acalmar os pensamentos negativos através de exercícios respiratórios, meditação ou mindfulness.

 

– Estimula a atividade física moderada: O sedentarismo é outro inimigo do sono, pois implica um menor gasto energético e uma menor produção de endorfinas. A neuromodulação não invasiva pode recomendar uma rotina de exercício adaptada às necessidades e capacidades de cada pessoa, o que melhora a circulação, o tónus muscular e o humor.

 

– Oferece hábitos saudáveis ​​para dormir melhor: Para além de técnicas específicas, a neuromodulação não invasiva pode dar conselhos gerais para melhorar a higiene do sono, como estabelecer horários regulares para dormir e acordar, evitar refeições pesadas ou estimulantes antes de dormir, criar um ambiente escuro e silencioso no quarto ou evitar o uso de ecrãs antes de dormir.

 

 

Tecnologia de Neuromodulação NESA®

 

A neuromodulação não invasiva é uma disciplina que pode trazer muitos benefícios às pessoas com insónia, melhorando a sua qualidade de vida e saúde mental. É um tratamento impercetível e indolor para o paciente, cujos resultados se mantêm ao longo do tempo. Além disso, pode ser complementado com um kit de manutenção que permite reafirmar os resultados no conforto da sua casa.

 

A medicina está em constante evolução e, com ela, as expectativas dos doentes. As novas técnicas de neuromodulação não invasiva são para nós um fator de diferenciação e de inovação nas abordagens terapêuticas que utilizamos diariamente e que complementamos com o acompanhamento de excelência que garantimos a quem nos procura.

 

Se sofre de insónias ou conhece alguém que sofre, não hesite em marcar uma consulta connosco. Teremos todo o gosto em tratar as suas insónias com esta técnica revolucionária.

 

 

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Terapia Manual

A Terapia Manual engloba um conjunto de técnicas utilizadas por fisioterapeutas, particularmente na abordagem de problemas do sistema musculoesquelético. A sua aplicação baseia-se numa avaliação clínica individualizada e no raciocínio clínico, tendo em consideração os sintomas, a função, as características da pessoa e os seus objetivos.

Na fisioterapia musculoesquelética, a Terapia Manual pode incluir diferentes técnicas dirigidas às articulações e aos tecidos moles, como mobilizações articulares e técnicas manuais específicas. Estas intervenções podem ser utilizadas isoladamente ou, frequentemente, em conjunto com exercício terapêutico e educação, de acordo com as necessidades identificadas durante a avaliação.

A Terapia Manual não deve ser entendida como uma técnica única nem como uma abordagem que seja igual para todas as pessoas. A escolha das técnicas depende da avaliação realizada e da resposta de cada paciente ao longo do processo de intervenção.


Como funciona a Terapia Manual?


Antes de iniciar qualquer intervenção, é importante realizar uma avaliação clínica que permita compreender a natureza da queixa, identificar limitações funcionais e perceber quais os fatores que podem estar relacionados com os sintomas.

A partir dessa avaliação, o fisioterapeuta pode definir os objetivos da intervenção e selecionar as estratégias mais adequadas. Quando existe indicação para Terapia Manual, podem ser utilizadas técnicas destinadas, por exemplo, a melhorar a mobilidade articular, reduzir determinadas limitações do movimento ou contribuir para o controlo da dor.

A Terapia Manual é, assim, uma componente possível de uma intervenção mais abrangente. Dependendo da situação, o tratamento pode também incluir exercício terapêutico, educação, aconselhamento e estratégias de autocuidado.


Quais são os benefícios da Terapia Manual?


Os efeitos da Terapia Manual dependem da técnica utilizada, da condição clínica e das características individuais de cada pessoa. Em determinadas condições musculoesqueléticas, algumas técnicas manuais podem contribuir para a redução da dor e para a melhoria da mobilidade ou da função.

No entanto, não é adequado atribuir à Terapia Manual uma capacidade universal para tratar ou prevenir doenças, nem garantir resultados rápidos ou permanentes. A evidência científica varia de acordo com a condição clínica e com a técnica utilizada, sendo por isso importante que a intervenção seja integrada num plano de cuidados individualizado.

O objetivo é utilizar as técnicas que apresentem indicação para cada caso e acompanhar a evolução da pessoa, ajustando a intervenção sempre que necessário.


O que acontece numa sessão de Terapia Manual?


A primeira sessão começa habitualmente com uma avaliação clínica. O fisioterapeuta recolhe informação sobre os sintomas, a sua evolução, antecedentes relevantes, limitações nas atividades do dia a dia e outros fatores que possam ajudar a compreender a situação.

Sempre que necessário, são também avaliados aspetos como a mobilidade, a força, o movimento e a função da região corporal relacionada com a queixa.

Depois da avaliação, são definidos os objetivos da intervenção e explicadas as opções de tratamento. Quando a Terapia Manual é considerada adequada, podem ser utilizadas técnicas de mobilização articular ou técnicas dirigidas aos tecidos moles, de acordo com a situação clínica.

A intervenção deve ser adaptada à resposta da pessoa. A intensidade e o tipo de técnica utilizados podem variar de acordo com a condição, a região tratada e os objetivos estabelecidos.

Quando adequado, o fisioterapeuta poderá complementar a intervenção manual com exercícios e recomendações para realizar entre as sessões, de forma a favorecer a recuperação e a participação ativa da pessoa no processo terapêutico.


O que pode acontecer após uma sessão?


A resposta à Terapia Manual varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas podem sentir alterações temporárias dos sintomas, incluindo sensibilidade ou desconforto ligeiro após determinadas técnicas.

A ocorrência e a intensidade destes efeitos dependem da técnica utilizada e das características individuais. Por isso, qualquer reação relevante deve ser comunicada ao profissional que acompanha o paciente, permitindo ajustar a intervenção quando necessário.

A evolução dos sintomas também varia de acordo com a condição clínica. Algumas pessoas apresentam alterações num período relativamente curto, enquanto outras necessitam de um acompanhamento mais prolongado e de uma intervenção que combine diferentes estratégias terapêuticas.


Em que situações pode ser utilizada a Terapia Manual?


A Terapia Manual é sobretudo utilizada no contexto da abordagem de problemas neuromusculoesqueléticos, podendo fazer parte da intervenção em situações que envolvam dor, rigidez ou limitações do movimento.


A sua utilização deve resultar de uma avaliação clínica e não apenas da identificação de um determinado sintoma. Entre as situações em que determinadas técnicas de Terapia Manual podem ser consideradas encontram-se, por exemplo, algumas condições dolorosas da coluna vertebral e das articulações dos membros, sempre de acordo com a avaliação e indicação clínica.

A Terapia Manual pode também ser utilizada como complemento de outras estratégias de fisioterapia, nomeadamente o exercício terapêutico e a educação, procurando melhorar a função e ajudar a pessoa a recuperar ou manter a sua capacidade para realizar as atividades do quotidiano.


A Terapia Manual trata a causa da dor?


A expressão “tratar a causa da dor” deve ser utilizada com cuidado. A dor pode resultar da interação de diferentes fatores e nem sempre existe uma única estrutura ou alteração que possa ser identificada como a sua causa. Por esse motivo, a avaliação deve procurar compreender o conjunto de fatores relevantes para cada pessoa, em vez de assumir que todos os sintomas têm uma origem exclusivamente mecânica.

A Terapia Manual pode ser uma ferramenta útil dentro desse processo, mas não substitui a avaliação clínica nem deve ser apresentada como uma forma de identificar ou corrigir uma causa universal da dor.


A Terapia Manual é segura?


Quando utilizada por um profissional de saúde devidamente qualificado e após uma avaliação adequada, a Terapia Manual pode ser integrada num plano de intervenção musculoesquelética.

Tal como acontece com outras intervenções, podem existir efeitos adversos. A literatura descreve sobretudo reações transitórias e ligeiras ou moderadas após algumas formas de terapia manual, embora o risco varie de acordo com a técnica utilizada e as características da pessoa.

É por isso que a avaliação clínica, a seleção adequada das técnicas e a comunicação entre o profissional e o paciente são componentes importantes da intervenção.


Terapia Manual e Fisioterapia


A Terapia Manual não deve ser encarada como uma alternativa isolada à fisioterapia. No contexto da fisioterapia musculoesquelética, as técnicas manuais podem constituir uma das ferramentas utilizadas pelo fisioterapeuta, juntamente com exercício terapêutico, educação e outras estratégias de intervenção.

A escolha da abordagem depende sempre da avaliação individual e dos objetivos definidos para cada pessoa.

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No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos, a intervenção começa com uma avaliação individualizada, procurando compreender a queixa, as limitações existentes e os objetivos de cada pessoa.

Quando existe indicação para Terapia Manual, esta pode ser integrada num plano de fisioterapia adequado às necessidades de cada paciente, podendo ser complementada com exercício terapêutico e outras estratégias de intervenção.

Se apresenta dor, rigidez ou alguma limitação do movimento e pretende perceber se a Terapia Manual pode ser adequada ao seu caso, marque uma consulta.

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Fisioterapia

O esporão do calcâneo é uma projeção anormal de um pequeno segmento do osso do calcanhar, o calcâneo. Ou seja, no osso é formado uma protuberância óssea que corresponde a um depósito anormal de cálcio.

 

Na maioria das vezes, o esporão localiza-se na parte inferior do calcâneo (por baixo do osso do calcanhar) e não é visível do exterior. Para o diagnosticar, o médico tem que recorrer a meios complementares de diagnóstico, como o raio-x, por exemplo.

 

O calcâneo é o maior osso do nosso pé. É o calcâneo que sustenta o peso do nosso corpo, dessa forma suporta um impacto constante e intenso. Durante a marcha, cada um dos calcanhares suporta o peso de todo o corpo de forma alternada. Essa carga é aliviada por camadas de tecido situadas sob o calcanhar.

 

 

O que causa o esporão do calcâneo?

 

Este crescimento ósseo é causado por microtraumatismos provenientes do nosso dia-a-dia. No entanto, existem diversos fatores de risco que facilitam o seu desenvolvimento, tais como:

– usar calçado inadequado;

– ter excesso de peso (obesidade);

– praticar desportos que exijam um elevado impacto do pé no chão;

– permanecer muitas horas de pé;

– ter o pé chato ou o pé cavo;

– pisada desajustada.

 

O esporão calcâneo também é mais comum em pessoas com mais idade, sobretudo depois dos 40 anos. A osteoartrite, a artrite reumatóide, a insuficiência circulatória e outras doenças degenerativas também se associam a um maior risco de esporão calcâneo. Pode existir uma tendência genética para este quadro.

 

 

Quais são os principais sintomas do esporão do calcâneo?

 

Entre os sintomas mais comuns do esporão do calcâneo, destacamos:

– dor intensa ao apoiar o peso do corpo no calcanhar;
– dor na sola do pé;
– inchaço no calcanhar e no tornozelo;
– dor que melhora ao ficar com os pés repousados e piora ao fazer atividades como subir escadas ou caminhar.

 

 

Como tratar o esporão do calcâneo?

 

A Fisioterapia continua a ter uma resposta muito eficaz no tratamento do esporão do calcâneo, melhorando bastante a qualidade de vida do paciente.

 

Nas sessões de Fisioterapia, serão realizadas diversas técnicas que visam a melhoria dos sintomas, tais como:

 

– realização de exercícios de alongamento, que permitam o estiramento;

– realização de exercícios para estimular a curvatura ideal do pé e a mobilização da fáscia;

– aplicação de ondas de choque, para os casos onde após 6 meses ainda continue a ocorrer sintomatologia (dor crónica);

– técnica de crochetagem ou de massagem transversa profunda que podem causar algum desconforto, mas libera a fáscia;

– entre outras técnicas e exercícios.

 

Trate já das suas dores nos pés no Centro de Terapia Manual! Não espere mais e agende já a sua consulta. Esperamos por Si!
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Nutrição

A alimentação pode interferir na nossa disposição ao longo do dia, visto que dormir bem não é a única maneira de recarregarmos as energias.

 

A rotina diária, como o trabalho, tarefas domésticas, apoio familiar, entre outras, podem deixar-nos completamente exaustos, mas se consumirmos os nutrientes certos e na quantidade certa, além de vivermos de uma forma mais saudável, podemos melhorar o nosso humor e combater a fadiga excessiva.

 

De uma maneira geral, dietas monótonas, restritivas ou extremamente pesadas potenciam a sensação de fadiga. No entanto, existem alimentos que nos dão imensa energia para o nosso dia-a-dia. Ingerir carboidratos, proteínas, lipídios, minerais e vitaminas é fundamental para ficarmos mais enérgicos.

 

A melhor forma de darmos energia para as células trabalharem de forma mais eficiente é através da alimentação. Confira 10 alimentos que ajudam a combater a fadiga.

 

 

1. Água

O primeiro alimento a ter em conta, e por vezes, o mais descurado ao longo do dia, é a água! É importante que se mantenha hidratado, visto que a desidratação pode causar sede, tonturas, dores de cabeça, fadiga excessiva e sonolência.

A água é fundamental para o funcionamento de todo o organismo, sendo que melhora a digestão, a absorção de nutrientes e ajuda a regular a temperatura corporal.

 

 

2. Ovo

O ovo é o segundo alimento mais completo do mundo! Repleto de vitaminas do complexo B, vitaminas A, D, ferro e zinco, auxilia no combate à fadiga excessiva, reduz a sensação de cansaço físico e mental, melhora as funções cerebrais e tem ação antioxidante.

Por ser uma fonte de proteína e ferro, aumenta o tempo de saciedade e de energia. Ainda é rico em colina, vitamina fundamental para o cérebro e para a produção de energia pelo organismo.

 

 

3. Banana

As bananas contêm vitamina B6, que ajuda a converter o açúcar em energia, através do potássio, diminuindo a sensação de cansaço. Esta fruta também é rica em magnésio e triptofano, que auxiliam na formação de neurotransmissores, como a serotonina, auxiliando na sensação de bem-estar e na redução da irritabilidade.

Além disso, as bananas possuem sacarose e frutose, essenciais na produção de energia.

 

 

4. Alface

A alface é rica em lactucina, uma substância que tem ação calmante, ameniza a sensação de fadiga e melhora a qualidade do sono.

Este vegetal é igualmente rico em vitamina A e potássio e também tem uma boa quantidade de fosfato, um mineral importante no combate da depressão e cansaço mental.

 

 

5. Feijão

O feijão é um alimento que se destaca quando se trata da concentração de ferro, por isso ajuda a combater a fadiga, uma vez que ela é comum em casos de anemia, que acontece, geralmente, pela falta desse nutriente.

Este alimento também é rico em fibras e contém uma quantidade significativa de carboidratos, proteínas e minerais (potássio, magnésio, fósforo, ferro). A composição do feijão é um combo perfeito para dar energia de longa duração e pode ser ingerido em todas as refeições do dia.

 

 

6. Abacate

Fonte de gorduras boas, o abacate fortalece as funções cerebrais e ajuda os músculos a relaxarem. Também atua na regulação do cortisol, a hormona relacionada com o stresse.

Esta fruta tem uma quantidade elevada de vitaminas do grupo B, especialmente o B6 que combate a sensação de fatiga e ajuda a obter a energia dos outros alimentos que ingere. Além disso, ainda tem magnésio e triptofano que ajudam a diminuir o cansaço e a fadiga.

 

 

7. Espinafre

O espinafre ajuda a prevenir a depressão e melhora o funcionamento do sistema nervoso.

Também é muito rico em potássio, magnésio, ácido fólico, vitaminas A, C e E, além do complexo B e, claro, faz parte dos alimentos para combater a fadiga, pois ajuda a produzir energia.

 

 

8. Aveia

A aveia contém carboidratos de baixo índice glicêmico e de boa qualidade, que são armazenados no corpo e transformam-se em combustível para o cérebro e os músculos, sem aumentar os níveis de açúcar no sangue.

Também é fonte de vitaminas do complexo B, que melhoram os níveis de produção de energia e a disposição.

 

 

9. Mel

O mel é constituído por dois tipos de carboidratos (glicose e frutose), o que o torna um alimento energético, podendo aumentar a disposição e combater o cansaço. É fonte de vitamina C que apresenta uma forte ação antioxidante, e vitaminas do complexo B que participam do metabolismo de produção de energia, e desintoxicação do organismo. Possui minerais como fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e potássio.

 

 

10. Laranja

Rica em vitamina C, cálcio e vitaminas do complexo B, a laranja ajuda o sistema nervoso a trabalhar adequadamente. O cálcio presente em sua composição é relaxante muscular e combate o stresse. E essa fruta ainda é energética, hidratante e previne a fadiga.

 

Se os sintomas de cansaço persistirem após realizar uma alimentação saudável e equilibrada, deve procurar a ajuda de um médico, de forma a identificar os fatores que estão a desencadear o quadro de fadiga.

 

Se acha necessário avaliar a sua rotina alimentar, contacte o Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos e agende a uma consulta de Nutrição.
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Terapia Manual

As preocupações em excesso, inseguranças, medos, excesso de horas de trabalho, atividades domésticas e demais atividades relacionadas com a rotina diária, são um grande fardo para maioria da população.

 

Por isso, é normal que uma grande parte da sociedade se sinta esgotada. A origem disso nem sempre é física, pode ser emocional e pode afetar crianças e adultos. Até o nosso corpo colapsar, há um longo caminho que o mesmo percorre, sendo comum a manifestação de sintomas para avisar que algo não está bem.

 

É normal que nesta fase as pessoas apresentem dificuldade de concentração, irritação, cansaço e dores e fraqueza musculares.

 

 

Má postura para a saúde

 

Muitos pacientes não se sentem confortáveis quando se sentam, caminham e deitam, pois o seu corpo dá sinais de que algo está errado. Muitas vezes, a origem deste incómodo está relacionado com a posição inadequada do nosso corpo nas tarefas diárias.

 

Os sintomas mais comuns são dor cervical e/ou lombar, fadiga, barriga protuberante, cifose e insónias, sendo tudo consequências da má postura.

 

A má postura não tem consequências apenas estéticas, ela também pode causar problemas físicos que prejudicam a qualidade de vida, tais como alterações na coluna vertebral, especialmente nas regiões cervical e a lombar.

 

Ainda que não acusem problemas de imediato, é provável que a médio e longo prazo possam se pronunciar por meio de diferentes doenças.

 

 

Terapia Manual, uma solução eficaz para os seus problemas

 

A Terapia Manual engloba um conjunto de técnicas aplicadas manualmente por fisioterapeutas com o objetivo de atuar sobre estruturas do sistema musculoesquelético e contribuir para a redução da dor, melhoria da mobilidade e recuperação da função.

 

Dependendo da avaliação clínica e das necessidades de cada pessoa, podem ser utilizadas diferentes técnicas, como mobilizações articulares, técnicas dirigidas aos tecidos moles, alongamentos e outras formas de intervenção manual. A escolha das técnicas deve ser individualizada e integrada num plano de intervenção adequado à condição clínica de cada paciente.

 

A Terapia Manual é frequentemente utilizada na abordagem de problemas musculoesqueléticos, nomeadamente em situações que envolvem dor, rigidez ou limitação do movimento. A sua aplicação pode abranger diferentes regiões do corpo, como a coluna vertebral e as articulações dos membros superiores e inferiores.

 

Mais do que aplicar uma técnica de forma isolada, a intervenção deve partir de uma avaliação clínica e ser ajustada à evolução e à resposta de cada pessoa. Sempre que adequado, a Terapia Manual pode ser complementada com exercício terapêutico, educação e estratégias de autocuidado, promovendo uma participação ativa do paciente no processo de recuperação.

 

No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos, cada intervenção é adaptada às características, sintomas e objetivos de cada pessoa, procurando contribuir para a melhoria da mobilidade, da função e da qualidade de vida.

 

A Terapia Manual pode ser utilizada em diferentes situações do foro musculoesquelético. Se pretende perceber se esta abordagem pode ser adequada ao seu caso, marque uma avaliação.

 

 

Em que consiste uma consulta de Terapia Manual?

 

A consulta inicia-se com uma avaliação detalhada do paciente, em que todo o histórico dos sintomas será abordado e interpretado. Posteriormente são realizados alguns testes específicos para a identificação da causa do problema, e consequente, é elaborado o diagnóstico clínico.

 

Este diagnóstico é a base para definir o plano terapêutico, que será composto por um conjunto de técnicas que permitem as correções fisiológicas e articulares, aconselhamento especifico sobre exercícios que o paciente pode efetuar, bem como quais as posturas corporais que são necessárias melhorar.

 

A duração do tratamento, incluindo a quantidade de terapias e o intervalo entre elas, depende da resposta de cada paciente, sempre em função da sintomatologia e da resposta do corpo.

 

Livre-se das dores! Marque já a sua consulta de Terapia Manual.

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