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Fisioterapia, Terapia Manual

O regresso às aulas traz consigo livros, cadernos, estojo e todo o restante material necessário para mais um ano letivo. Para muitas crianças, isso significa também carregar diariamente uma mochila que, por vezes, pesa mais do que deveria.

 

Embora transportar uma mochila faça parte da rotina escolar, o peso excessivo, uma mochila mal ajustada ou uma utilização incorreta podem contribuir para desconforto nas costas, ombros e pescoço, além de favorecer compensações posturais durante a marcha e as atividades do dia a dia.

 

É por isso que a escolha da mochila e, sobretudo, a forma como ela é preparada e utilizada merecem a atenção dos pais e encarregados de educação.

 

Neste regresso às aulas, mais importante do que escolher uma mochila bonita ou com a personagem preferida da criança é garantir que ela é adequada ao seu tamanho, confortável, ajustável e transportada corretamente.

 

 

Quanto deve pesar a mochila de uma criança?

 

Uma das recomendações mais utilizadas para orientar o peso das mochilas escolares é que não ultrapassem cerca de 10% do peso corporal da criança.

 

Por exemplo, uma criança que pese 30 kg deverá, idealmente, transportar uma mochila com aproximadamente 3 kg ou menos.

 

Esta referência não deve ser encarada como um número mágico que, ultrapassado por alguns gramas, provoca automaticamente uma lesão. A tolerância varia de criança para criança e depende também da condição física, do tempo durante o qual a mochila é transportada, da distância percorrida, da forma como é ajustada e da maneira como o peso está distribuído.

 

Ainda assim, quanto mais pesada for a mochila, maior será a exigência colocada sobre o corpo, sobretudo quando a criança precisa de a transportar durante períodos prolongados.

 

O problema torna-se particularmente relevante quando a mochila é pesada e, simultaneamente, é utilizada de forma incorreta: demasiado baixa, afastada das costas ou pendurada apenas num dos ombros.

 

 

O peso não é o único problema

 

Quando se fala em mochilas escolares, é fácil concentrar toda a atenção na balança. No entanto, não é apenas o número de quilogramas que importa.

 

Uma mochila relativamente leve pode tornar-se desconfortável se estiver mal ajustada. Da mesma forma, uma mochila pesada pode ser melhor tolerada quando o peso está corretamente distribuído e o equipamento se encontra bem adaptado ao corpo da criança.

 

Entre os principais fatores a ter em consideração estão:

 

  • peso total da mochila;

  • tamanho da mochila relativamente ao corpo da criança;

  • largura e o acolchoamento das alças;

  • possibilidade de ajustar as alças;

  • proximidade da mochila às costas;

  • distribuição dos objetos no interior;

  • utilização simultânea das duas alças;

  • tempo durante o qual a criança transporta a mochila;

  • distância percorrida diariamente;

  • condição física e as características individuais da criança.

 

Por isso, uma mochila adequada começa na compra, mas a proteção das costas continua todos os dias na forma como ela é preparada e utilizada.

 

 

Como escolher a mochila certa?

 

  1. A mochila deve ter o tamanho adequado à criança

 

As crianças crescem rapidamente e uma mochila comprada num determinado ano pode deixar de estar perfeitamente ajustada alguns meses depois.

 

A mochila não deve ser excessivamente grande nem ultrapassar de forma significativa a largura ou a altura do tronco da criança. Uma mochila demasiado grande pode incentivar a colocação de mais objetos no seu interior e dificultar um ajuste adequado ao corpo.

 

A mochila deve acompanhar a criança e não obrigá-la a adaptar a sua postura ao tamanho da mochila.

 

 

  1. Prefira alças largas e acolchoadas

 

As alças devem ser suficientemente largas e confortáveis para distribuir a pressão por uma área maior dos ombros.

 

Alças muito finas podem concentrar a pressão numa pequena zona e tornar o transporte mais desconfortável, sobretudo quando a mochila está carregada.

 

É igualmente importante que sejam ajustáveis, permitindo adaptar a mochila ao crescimento da criança e à roupa que utiliza.

 

 

  1. Duas alças são melhores do que uma

 

Esta é uma regra simples, mas muito importante: a mochila deve ser transportada com as duas alças colocadas nos dois ombros.

 

Utilizar regularmente a mochila apenas num dos ombros faz com que a carga fique assimétrica e pode levar a compensações do tronco e dos ombros.

 

A criança pode até sentir que é mais rápido ou mais prático colocar apenas uma alça, mas esse hábito deve ser desencorajado.

 

 

  1. A mochila deve ficar próxima das costas

 

Uma mochila demasiado solta, descaída ou posicionada muito abaixo das costas pode aumentar o esforço necessário para transportar a carga.

 

Quando a mochila fica afastada do corpo, a carga tende a criar um maior efeito de alavanca, exigindo mais trabalho dos músculos responsáveis pela estabilização do tronco.

 

Por isso, as alças devem ser ajustadas de forma a manter a mochila estável e próxima das costas, sem apertar excessivamente. A mochila não deve ficar pendurada abaixo das nádegas.

 

 

  1. Uma faixa no peito ou na cintura pode ajudar

 

Sempre que possível, modelos com cinta peitoral e/ou abdominal podem proporcionar maior estabilidade.

 

Estes elementos ajudam a manter a mochila mais próxima do corpo e podem contribuir para uma melhor distribuição da carga, especialmente quando a criança precisa de caminhar durante mais tempo.

 

Não são obrigatórios para todas as crianças, mas podem ser uma característica interessante na escolha de uma mochila.

 

 

  1. Dê preferência a uma zona de contacto com as costas confortável

 

A parte posterior da mochila deve oferecer algum suporte e estar devidamente acolchoada.

 

Uma estrutura que mantenha a mochila relativamente estável, combinada com uma superfície confortável, pode melhorar significativamente a experiência da criança durante o transporte.

 

Uma mochila que se deforma completamente quando é colocada às costas pode dificultar a distribuição da carga e tornar o conteúdo mais desconfortável.

 

 

Como organizar corretamente a mochila?

 

Depois de escolher uma boa mochila, é necessário aprender a utilizá-la. A organização do interior pode fazer uma diferença considerável.

 

 

  1. Coloque os objetos mais pesados junto às costas

 

Livros, manuais ou outros materiais mais pesados devem ser colocados na zona mais próxima das costas, evitando que fiquem afastados do corpo.

 

Os objetos mais leves podem ocupar as zonas mais exteriores da mochila.

 

 

  1. Aproveite os compartimentos

 

As divisões internas não servem apenas para manter a mochila organizada. Uma mochila com vários compartimentos permite distribuir melhor os objetos e reduzir o movimento do material durante a marcha.

 

Uma garrafa de água, por exemplo, não deve andar solta no interior da mochila, juntamente com livros, estojo e outros objetos. Quanto menos os objetos se movimentarem, mais estável será a carga.

 

 

  1. Distribua o peso de forma equilibrada

 

Se a mochila tiver bolsas laterais, evite colocar todo o peso de um único lado. Sempre que possível, distribua os objetos de forma equilibrada para evitar uma carga assimétrica.

 

 

  1. Prepare a mochila no dia anterior

 

Preparar a mochila à pressa, minutos antes de sair de casa, pode fazer com que a criança transporte diariamente material desnecessário. Uma boa estratégia é preparar a mochila na noite anterior, verificando o horário escolar do dia seguinte e retirando tudo aquilo que não será necessário.

 

Esta simples rotina pode ajudar a reduzir significativamente o peso transportado.

 

 

A mochila de rodas é uma boa alternativa?

 

As mochilas com rodas, ou trolleys, podem parecer uma excelente solução porque permitem que a criança não transporte diretamente todo o peso às costas.

 

No entanto, não são necessariamente a melhor opção para todas as situações.

 

Quando a criança puxa o trolley, tende a fazê-lo predominantemente com um dos braços. Além disso, em determinadas situações, pode ocorrer rotação ou inclinação do tronco para acompanhar o movimento da mochila.

 

Em pisos lisos e percursos curtos, esta solução pode ser prática. Porém, se a criança tiver de subir escadas, ultrapassar obstáculos ou percorrer terrenos irregulares, o trolley pode tornar-se pouco funcional e exigir mais esforço.

 

Se optar por este tipo de mochila, a pega deve ser regulável em altura, permitindo que a criança a utilize sem precisar de se inclinar excessivamente para a frente ou rodar o tronco de forma exagerada.

 

Mais importante do que escolher entre mochila tradicional e trolley é analisar o percurso diário da criança, as condições da escola e a forma como o equipamento será realmente utilizado.

 

 

E as mochilas de um ombro ou sacos a tiracolo?

 

Para transportar material escolar diariamente, os sacos de um único ombro não são, em geral, a melhor escolha. Ao concentrar a carga num só lado, este tipo de transporte cria uma distribuição assimétrica do peso.

 

Pode ser aceitável para transportar poucos objetos durante períodos curtos, mas não é a solução ideal para uma criança que precisa de levar diariamente vários livros e materiais escolares.

 

Para cargas maiores, uma mochila com duas alças, devidamente ajustada, permite uma distribuição mais equilibrada.

 

 

Uma mochila pesada pode causar dores nas costas?

 

Pode contribuir para o aparecimento de desconforto ou dor nas costas, ombros e pescoço, sobretudo quando o peso é elevado e a mochila é transportada durante períodos prolongados ou de forma inadequada.

 

O corpo procura adaptar-se à carga. Perante uma mochila pesada, a criança pode alterar a posição do tronco, dos ombros e da cabeça para manter o equilíbrio durante a marcha.

 

Estas adaptações podem aumentar o esforço muscular e tornar determinadas tarefas mais cansativas.

 

É importante, contudo, não transformar a mochila escolar numa explicação automática para qualquer dor nas costas.

 

Nem todas as dores numa criança são provocadas pela mochila, e uma queixa persistente deve ser devidamente avaliada por um profissional de saúde.

 

Além disso, não existe fundamento para afirmar que uma mochila pesada, por si só, provoque necessariamente deformações permanentes da coluna ou escoliose. O mais importante é encarar o peso e a forma de transporte como fatores que podem contribuir para desconforto e sobrecarga, sobretudo quando associados a outros fatores.

 

 

Que sinais devem preocupar os pais?

 

Os pais devem estar atentos à forma como a criança reage ao transporte da mochila. Alguns sinais merecem particular atenção:

 

  • queixas frequentes de dor nas costas;

  • dor nos ombros ou pescoço;

  • cansaço excessivo ao transportar a mochila;

  • dificuldade em colocar ou retirar a mochila;

  • marcas ou vermelhidão persistente provocadas pelas alças;

  • tendência para inclinar o tronco para a frente;

  • alterações evidentes na forma de caminhar com a mochila;

  • necessidade constante de retirar a mochila por desconforto;

  • utilização espontânea de apenas uma das alças;

  • queixas que se repetem mesmo depois de reduzir o peso ou ajustar a mochila.

 

Se a criança começar a evitar transportar a mochila, manifestar dores recorrentes ou apresentar alterações persistentes da postura, não deve ser simplesmente aconselhada a “aguentar”.

 

Uma avaliação por um profissional de saúde pode ajudar a perceber a origem do problema e a identificar eventuais fatores que estejam a contribuir para o desconforto.

 

 

O papel da fisioterapia na prevenção

 

A fisioterapia pode ter um papel importante não apenas quando existe dor, mas também na educação para a saúde e prevenção de problemas musculoesqueléticos.

 

No caso das crianças, a avaliação pode permitir observar a postura, a forma de caminhar, a mobilidade, a força muscular e a maneira como a mochila é colocada e transportada.

 

Esta abordagem é particularmente útil porque duas crianças com o mesmo peso corporal podem apresentar características físicas completamente diferentes.

 

A intervenção pode passar por educação postural, aconselhamento sobre a utilização da mochila, exercício físico adequado à idade e, quando necessário, um programa individualizado de fisioterapia.

 

O objetivo não é ensinar a criança a ter medo da mochila, mas sim ensiná-la a transportar o material escolar de uma forma mais confortável e adequada ao seu corpo.

 

 

E a terapia manual?

 

A terapia manual pode fazer parte da intervenção de fisioterapia quando uma criança apresenta dor, rigidez ou limitações do movimento, desde que, após uma avaliação clínica, seja considerada adequada à sua condição.

No caso de uma criança com queixas associadas ao transporte da mochila, a prioridade deve ser compreender a origem dos sintomas e identificar os fatores que podem estar a contribuir para o desconforto. O peso da mochila, a forma como é transportada, o nível de atividade física e outras características individuais devem ser considerados no contexto de uma avaliação global.

Quando existe uma indicação clínica, a terapia manual pode ser utilizada como parte de um plano de intervenção individualizado, podendo incluir diferentes técnicas dirigidas às articulações e aos tecidos moles. A sua utilização deve ser adequada à idade da criança, às características da queixa e aos objetivos definidos pelo profissional de saúde.

A terapia manual não deve, por isso, ser encarada como uma resposta automática às dores provocadas pela mochila. A intervenção deve centrar-se na causa e nos fatores associados à queixa, podendo incluir educação, aconselhamento sobre a utilização da mochila, exercício e outras estratégias de fisioterapia, de acordo com as necessidades de cada criança.

Quando as dores são persistentes, recorrentes ou acompanhadas por outros sinais que suscitem preocupação, é importante realizar uma avaliação clínica antes de iniciar qualquer intervenção.

 

 

Regresso às aulas: uma boa altura para rever hábitos

 

O início de um novo ano letivo é uma excelente oportunidade para criar pequenos hábitos que podem fazer uma grande diferença.

 

Antes do primeiro dia de aulas, vale a pena verificar:

 

  • Quanto pesa a criança?

  • Quanto pesa a mochila completamente carregada?

  • A mochila é adequada ao tamanho da criança?

  • As alças estão corretamente ajustadas?

  • A criança utiliza sempre as duas alças?

  • Os objetos mais pesados estão junto às costas?

  • Existem materiais que podem ficar na escola?

  • A criança transporta diariamente objetos de que não precisa?

  • O percurso até à escola é adequado para o tipo de mochila escolhido?

  • Existem queixas de dor ou desconforto?

 

São pequenas verificações que podem ser incorporadas na rotina familiar sem grande esforço.

 

 

A melhor mochila é aquela que a criança consegue transportar corretamente

 

No momento de comprar o material escolar, é natural que a criança escolha a mochila pela cor, pelo desenho ou pela personagem favorita. E não há qualquer problema nisso.

 

Mas, entre a aparência e a funcionalidade, é importante garantir que a mochila também responde às necessidades do corpo em crescimento.

 

Uma boa mochila deve ser proporcional ao tamanho da criança, confortável, ajustável e suficientemente resistente. O peso deve ser controlado e o conteúdo organizado de forma a aproximar a carga das costas.

 

E, acima de tudo, a criança deve aprender desde cedo que carregar a mochila com as duas alças, bem ajustada e apenas com o material necessário é tão importante como escolher uma mochila adequada.

 

O regresso às aulas não tem de significar dores nas costas.

 

Com alguns cuidados simples, desde a escolha da mochila até à forma como é organizada e transportada, é possível tornar o dia a dia escolar mais confortável e ajudar as crianças a desenvolver bons hábitos para cuidar do seu sistema musculoesquelético.

 

 

Quando procurar ajuda profissional?

 

Uma dor ocasional depois de um dia particularmente exigente não significa necessariamente que exista um problema grave. No entanto, dor recorrente, persistente ou acompanhada por outros sintomas merece atenção.

 

Se a criança se queixa regularmente das costas, ombros ou pescoço, se apresenta alterações evidentes na postura ou se o desconforto interfere com a escola, o sono, o exercício ou outras atividades, é aconselhável procurar avaliação profissional.

 

Na clínica, uma avaliação individualizada permite perceber se a mochila é realmente um fator de sobrecarga e identificar outros aspetos que possam estar relacionados com as queixas.

 

Neste regresso às aulas, não se esqueça: a mochila deve acompanhar a criança e não ser a criança a adaptar-se à mochila.

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Terapia Manual

A dor, a rigidez e as limitações do movimento podem interferir significativamente com as atividades do dia a dia, o trabalho, a prática desportiva e a qualidade de vida.

A Terapia Manual é uma das abordagens que pode ser utilizada na fisioterapia, particularmente na intervenção sobre problemas neuromusculoesqueléticos. Engloba diferentes técnicas realizadas manualmente, selecionadas de acordo com a avaliação clínica, os sintomas e os objetivos de cada pessoa.

A Terapia Manual pode incluir mobilizações articulares, técnicas dirigidas aos tecidos moles e outras intervenções manuais. A sua utilização pode ser combinada com exercício terapêutico, educação e estratégias de autocuidado, de acordo com as necessidades de cada paciente.


O que é a Terapia Manual?


A Terapia Manual não corresponde a uma única técnica. É um termo abrangente utilizado para descrever diferentes intervenções manuais aplicadas sobre estruturas do sistema neuromusculoesquelético.

Entre as técnicas utilizadas podem encontrar-se:

  • mobilizações articulares;

  • manipulações articulares, quando clinicamente indicadas e realizadas por profissional devidamente habilitado;

  • técnicas dirigidas aos tecidos moles;

  • outras técnicas manuais utilizadas de acordo com a avaliação clínica.

  •  

O objetivo da intervenção pode variar consoante a situação. Em determinadas condições, as técnicas manuais podem ser utilizadas para contribuir para a redução da dor, melhorar a mobilidade ou facilitar a recuperação da função.

A Terapia Manual deve, contudo, ser entendida como uma ferramenta dentro de um processo de avaliação e intervenção mais abrangente, e não como uma técnica capaz de tratar todas as causas de dor ou de corrigir um suposto “desequilíbrio” geral do organismo.


Como é escolhida a intervenção?


Não existe uma técnica de Terapia Manual que seja adequada para todas as pessoas ou para todos os tipos de dor.


A intervenção começa com uma avaliação clínica que procura compreender os sintomas, a sua evolução, as limitações funcionais e os fatores relevantes para cada situação.


O fisioterapeuta pode avaliar, entre outros aspetos, a mobilidade, o movimento, a força e a função da região corporal relacionada com a queixa.


Com base nessa informação, são definidos os objetivos da intervenção e selecionadas as estratégias consideradas adequadas.


A decisão de utilizar Terapia Manual deve, por isso, resultar de raciocínio clínico e ter em consideração a evidência científica disponível, as características individuais da pessoa e as suas preferências e objetivos.


Quais podem ser os benefícios da Terapia Manual?


Os efeitos da Terapia Manual dependem da condição clínica, das técnicas utilizadas e das características de cada pessoa.

Em algumas situações musculoesqueléticas, determinadas técnicas podem contribuir para a redução da dor e para a melhoria da mobilidade ou da função. No entanto, os efeitos e a qualidade da evidência não são iguais para todas as condições.


Alívio da dor


A Terapia Manual pode ter efeitos sobre a dor em determinadas condições musculoesqueléticas.


A investigação demonstra que algumas intervenções manuais podem produzir alterações imediatas na sensibilidade à dor, embora a relevância clínica desses efeitos possa variar e a resposta não seja igual em todas as pessoas.

Quando utilizada na fisioterapia, pode ser integrada com outras estratégias destinadas a melhorar a capacidade funcional e a promover a recuperação.


Melhoria da mobilidade


Algumas técnicas de Terapia Manual têm como objetivo produzir ou facilitar movimentos articulares e dos tecidos moles.

Quando existe uma limitação de mobilidade clinicamente relevante, estas técnicas podem ser utilizadas como parte de uma intervenção mais abrangente, de acordo com a avaliação realizada.

O objetivo não é simplesmente “corrigir” uma articulação, mas contribuir para melhorar a capacidade de movimento e a função da pessoa.


A Terapia Manual pode melhorar a postura?


A postura humana é influenciada por vários fatores, incluindo características individuais, atividade física, hábitos, contexto e tarefas realizadas no dia a dia.

Por isso, não é adequado apresentar a Terapia Manual como uma forma de “corrigir a postura” de maneira permanente.

Quando existem alterações do movimento ou limitações funcionais relacionadas com uma determinada condição, a fisioterapia pode trabalhar esses aspetos através de diferentes estratégias, que podem incluir exercício, educação e, quando apropriado, Terapia Manual.


Pode ser utilizada no desporto?


A Terapia Manual pode fazer parte da intervenção fisioterapêutica de pessoas fisicamente ativas e de atletas quando existe uma condição musculoesquelética que justifique a sua utilização.

No entanto, não deve ser apresentada como uma forma de aumentar automaticamente o desempenho desportivo ou prevenir todas as lesões.

A prevenção de lesões e a recuperação desportiva dependem de vários fatores e podem envolver exercício, gestão da carga, recuperação, educação e outras estratégias individualizadas.


A Terapia Manual trata a origem da dor?


A ideia de que existe sempre uma única “origem” ou estrutura responsável pela dor é demasiado simplista.


A dor é uma experiência complexa e pode resultar da interação de diferentes fatores. Uma avaliação clínica procura compreender a situação individual da pessoa e identificar os fatores relevantes para a sua função e recuperação.

A Terapia Manual pode ser uma das ferramentas utilizadas durante esse processo, mas não deve ser apresentada como uma técnica que identifica ou elimina, por si só, a causa de qualquer dor.


Que problemas podem beneficiar de Terapia Manual?


A Terapia Manual é sobretudo utilizada no contexto da fisioterapia musculoesquelética, podendo fazer parte da abordagem de pessoas com diferentes problemas que envolvam dor, rigidez ou limitações do movimento.

A sua utilização pode ser considerada, dependendo da avaliação clínica, em situações como:

  • algumas formas de dor cervical;

  • algumas formas de lombalgia;

  • dor e limitações de mobilidade articulares;

  • determinadas condições dos membros superiores e inferiores;

  • algumas situações relacionadas com os tecidos moles;

  • outras condições neuromusculoesqueléticas em que exista indicação clínica.

  •  

A existência de uma determinada condição não significa, por si só, que a Terapia Manual seja necessária ou adequada. A indicação deve ser determinada individualmente após avaliação.

Como funciona uma consulta de Terapia Manual?


A primeira consulta começa com uma conversa sobre a queixa apresentada, a sua evolução e o impacto que tem no dia a dia.

O fisioterapeuta poderá recolher informação sobre antecedentes clínicos, lesões anteriores, atividade profissional e física, medicação e outros fatores relevantes para a avaliação.

Segue-se a avaliação física, que poderá incluir a observação do movimento, mobilidade, força e função.

Depois de identificados os principais problemas e estabelecidos os objetivos, o fisioterapeuta explica as opções de intervenção e, quando existe indicação, poderá utilizar técnicas de Terapia Manual.

A intervenção pode ser complementada com exercícios e recomendações para realizar entre sessões, de forma a promover uma participação ativa da pessoa no processo de recuperação.


A Terapia Manual é dolorosa?


As sensações durante uma intervenção dependem da técnica utilizada e da região tratada.


Algumas técnicas podem provocar uma sensação de pressão, alongamento ou desconforto transitório. O tratamento deve ser adaptado à resposta da pessoa e qualquer desconforto relevante deve ser comunicado ao fisioterapeuta.

Após algumas formas de Terapia Manual podem ocorrer temporariamente efeitos como aumento da dor ou rigidez. A literatura descreve sobretudo efeitos adversos transitórios, embora a frequência e a natureza das reações variem consoante a intervenção estudada.


A Terapia Manual é segura?


Como qualquer intervenção clínica, a Terapia Manual não é isenta de riscos.


A segurança depende da condição da pessoa, da técnica utilizada e da adequada avaliação clínica antes da intervenção. A evidência disponível indica que os efeitos adversos associados à Terapia Manual são frequentemente ligeiros e transitórios, embora também esteja descrita a ocorrência de eventos mais graves, ainda que raros.

Por esse motivo, a avaliação clínica, a seleção adequada das técnicas e o consentimento informado são componentes importantes de uma intervenção responsável. A investigação recente também chama a atenção para a necessidade de melhorar a qualidade do registo e comunicação dos eventos adversos nos estudos de Terapia Manual.


Terapia Manual e exercício: duas abordagens que podem complementar-se


A Terapia Manual não precisa de ser utilizada isoladamente.bEm muitas situações, pode ser integrada com exercício terapêutico e educação, permitindo combinar diferentes estratégias de acordo com os objetivos da pessoa.

Esta abordagem é particularmente relevante porque o exercício pode ajudar a desenvolver capacidade física e autonomia, enquanto a Terapia Manual pode ser utilizada, quando indicada, como uma das ferramentas disponíveis para abordar determinados sintomas ou limitações.

A intervenção deve ser adaptada à condição e à evolução de cada pessoa, em vez de seguir um protocolo igual para todos.


A importância de uma avaliação individualizada


Dor semelhante não significa necessariamente o mesmo problema. Duas pessoas podem apresentar dor na mesma região do corpo e ter necessidades completamente diferentes. Por isso, uma intervenção baseada apenas no local onde a pessoa sente dor pode não ser suficiente para compreender a situação.

A avaliação permite identificar limitações funcionais, compreender os sintomas no contexto da vida da pessoa e definir objetivos realistas para a intervenção.

É a partir dessa avaliação que o fisioterapeuta pode decidir se a Terapia Manual tem indicação e de que forma deve ser integrada no plano de tratamento.


Marcar consulta de Terapia Manual


No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos, a intervenção começa com uma avaliação individualizada, procurando compreender os sintomas, as limitações funcionais e os objetivos de cada pessoa.

Quando existe indicação clínica, a Terapia Manual pode ser integrada num plano de fisioterapia, juntamente com exercício terapêutico, educação e outras estratégias adequadas à situação.

Se apresenta dor, rigidez ou alguma limitação do movimento e pretende perceber se a Terapia Manual pode ser adequada ao seu caso, fale connosco ou marque uma consulta.

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Neuromodulação

Dormir é um dos pilares essenciais da saúde e do bem-estar. Contudo, cada vez mais portugueses sofrem de insónia e distúrbios do sono que afetam a energia, a concentração e até a saúde mental. A boa notícia é que a ciência e a tecnologia têm vindo a evoluir para oferecer soluções eficazes e seguras — e uma delas já está disponível nas nossas clínicas de Rebordosa e Espinho: a Neuromodulação não invasiva da Nesaworld.

 

Recentemente, esta terapia foi destacada pela Revista Sábado no artigo “Os segredos para uma noite tranquila e revigorante” (edição de 1 de outubro de 2025), que aborda os avanços no tratamento da insónia e o papel inovador do fisioterapeuta Dr. Filipe Ramos, fundador do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos.

 

“Uma pessoa com insónias tem o sistema nervoso simpático extremamente elevado, e a neuromodulação envia impulsos elétricos que reequilibram o sistema nervoso autónomo, promovendo um sono mais profundo e reparador”, explicou o Dr. Filipe Ramos à Sábado.

 

 

Um caso real tratado na nossa clínica

 

Entre os casos que comprovam a eficácia deste método, destaca-se o de Luís Rodrigues, um dos nossos pacientes, que durante mais de 10 anos viveu com insónias severas e noites em claro. O seu testemunho foi também partilhado na reportagem:

 

“Adormecia sem dificuldade, mas acordava às 3h ou 4h da manhã e já não voltava a adormecer”, contou. “Cheguei a beber 18 cafés por dia.”

 

Depois de inúmeras tentativas falhadas e tratamentos medicamentosos sem sucesso, foi através da Neuromodulação não invasiva que conseguiu finalmente recuperar o sono e a qualidade de vida.

 

“Durmo cinco, seis horas seguidas e bem dormidas. Mesmo quando desperto à noite, volto a adormecer. Vou envelhecendo, mas sinto-me mais novo do que há 10 anos”, afirmou Luís Rodrigues à Revista Sábado.

 

Para o Dr. Filipe Ramos, este é um exemplo inspirador do impacto que a neuromodulação pode ter na saúde e no equilíbrio de quem sofre com insónia, ansiedade ou fadiga crónica. “Cada paciente é único e merece uma abordagem personalizada. A neuromodulação permite-nos atuar sobre o sistema nervoso autónomo, promovendo uma verdadeira reeducação neurológica do corpo”, explica.

 

 

Como funciona a Neuromodulação não invasiva

 

A Neuromodulação não invasiva é um tratamento tecnológico avançado e indolor, desenvolvido pela Nesaworld, que utiliza impulsos elétricos suaves para recalibrar o sistema nervoso autónomo. Este sistema é responsável pela regulação de funções vitais como o sono, o stress, o ritmo cardíaco e a digestão.

 

Durante o tratamento, o paciente permanece confortavelmente sentado ou deitado num cadeirão ligado ao equipamento de neuromodulação. Cada sessão dura cerca de uma hora. A terapia tem efeito cumulativo, sendo geralmente recomendadas 10 sessões iniciais, seguidas de sessões de manutenção mensais para resultados duradouros.

 

Ao equilibrar a atividade elétrica cerebral e a resposta do sistema nervoso, este método melhora a qualidade do sono, reduz os níveis de ansiedade e potencia a recuperação física e emocional.

 

 

Muito mais do que tratar insónias

 

Embora o destaque da reportagem tenha sido o tratamento da insónia, a Neuromodulação não invasiva tem mostrado resultados positivos noutras condições clínicas, como:

 

– ansiedade e stress crónico,

– fadiga persistente,

– fibromialgia e dor muscular,

– perturbações hormonais,

– distúrbios digestivos e circulatórios.

 

Tudo isto de forma natural, não farmacológica e sem efeitos secundários.

 

 

O compromisso do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos

 

Com unidades em Rebordosa e Espinho, o Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos tem-se afirmado como referência nacional em terapias de reabilitação e bem-estar.
Sob a direção do Dr. Filipe Ramos, fisioterapeuta e especialista em terapias manuais e neuromodulação, as equipas da clínica trabalham com um propósito claro: ajudar cada paciente a recuperar o equilíbrio físico e emocional, através de abordagens integradas e inovadoras.

 

“Acreditamos que o corpo tem uma extraordinária capacidade de autorregulação — basta sabermos como o estimular corretamente. É isso que a neuromodulação nos permite fazer”, reforça o Dr. Filipe Ramos.

 

 

Um agradecimento especial

 

O Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos agradece profundamente ao nosso paciente Luís Rodrigues, pela confiança, pelo testemunho e pela generosidade em partilhar a sua história, inspirando outras pessoas a procurar ajuda e a acreditar na recuperação.

 

Agradecemos igualmente à Revista Sábado e à jornalista Susana Lúcio por darem visibilidade a este tema tão relevante para a saúde pública, e por destacarem o papel do Dr. Filipe Ramos e das nossas clínicas neste avanço terapêutico.

 

Convidamo-lo(a) a ler o artigo completo da Revista Sábado e a conhecer melhor este tratamento inovador que está a transformar vidas.

 

Se sofre de insónia, ansiedade ou fadiga crónica, ou se simplesmente procura recuperar o equilíbrio do seu corpo e mente, agende uma avaliação connosco.


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Fisioterapia, Terapia Manual

Muitas pessoas convivem com cicatrizes no corpo, sejam elas provenientes de cirurgias, acidentes ou doenças. À primeira vista, parecem apenas marcas inofensivas — sinais visíveis de um processo de cura. No entanto, o que poucos sabem é que essas cicatrizes podem estar na origem de dores crónicas, disfunções musculares, alterações posturais e até sintomas emocionais. Neste artigo, exploramos em profundidade as consequências ocultas das cicatrizes e como a fisioterapia e a terapia manual podem ser decisivas para restaurar o equilíbrio e o bem-estar.

 

 

O que é uma cicatriz?

 

Uma cicatriz é o resultado final do processo de cicatrização do corpo após uma lesão tecidual. Ela representa um remendo do tecido conjuntivo fibroso que substitui temporariamente a estrutura original lesionada, com o objetivo de fechar a ferida e proteger o organismo.

 

Apesar de ser uma solução biológica eficaz, a cicatriz nunca possui a mesma estrutura, elasticidade e funcionalidade do tecido original, especialmente se a lesão for profunda e atingir múltiplas camadas — pele, tecido subcutâneo, fáscia, músculo e, por vezes, vísceras.

 

 

A fáscia: O tecido que liga todo o corpo

 

A fáscia é um tecido conjuntivo contínuo que envolve músculos, ossos, órgãos e outras estruturas do corpo. É responsável por transmitir forças mecânicas, permitir deslizamento entre estruturas e manter a harmonia do movimento. Quando a fáscia é afetada por um corte profundo, como o de uma cirurgia, a sua continuidade e elasticidade são comprometidas.

 

Além disso, a fáscia possui inúmeros recetores nervosos, e qualquer agressão a esse tecido é “gravada” numa memória corporal inconsciente. Isso pode levar a bloqueios físicos e emocionais, mesmo anos após o evento que originou a cicatriz.

 

A fáscia, por estar altamente inervada, regista a memória da lesão, inclusive emocional. Situações traumáticas, como acidentes ou cirurgias de emergência, deixam marcas não apenas físicas, mas emocionais. Quando não tratadas, estas memórias mantêm o corpo em estado de defesa, dificultando a mobilidade, o relaxamento e a recuperação funcional.

 

 

Cicatrizes: Marcas visíveis com efeitos invisíveis

 

Apesar de pequenas, as cicatrizes podem desencadear um efeito dominó no corpo. Quando há perda de mobilidade na região da cicatriz, os tecidos circundantes tentam compensar essa limitação. Isso provoca alterações a longo prazo, muitas vezes sem que o paciente associe a dor ou o desconforto à cicatriz original.

 

As principais alterações causadas por cicatrizes incluem:

 

– Restrição de mobilidade tecidual

– Dor local ou irradiada

– Alterações posturais (como ombros enrolados ou inclinação pélvica)

– Dores musculares e articulares (pescoço, costas, quadris)

– Disfunções viscerais (digestivas, urinárias ou ginecológicas)

– Alterações na sensibilidade da pele (hipersensibilidade, formigueiro ou dormência)

– Comprometimento da função muscular

– Sintomas emocionais (ansiedade, tristeza, alterações de sono)

 

 

Tipos de cicatrizes patológicas

 

Nem todas as cicatrizes evoluem de forma saudável. Quando o processo de cicatrização sofre interferências, podem surgir:

 

  1. Cicatrizes Hipertróficas

Elevadas, espessas e vermelhas, mas restritas à área da lesão original.

 

  1. Queloides

Excesso de tecido cicatricial que ultrapassa os limites da lesão. Podem crescer progressivamente e ser dolorosos.

 

  1. Cicatrizes Atróficas

Afundadas em relação à pele, comuns em casos de acne severa ou varicela.

 

Cada tipo apresenta características específicas e exige uma abordagem personalizada no tratamento fisioterapêutico.

 

 

A relação entre cicatrizes e dores a longo prazo

 

Muitos pacientes procuram clínicas de fisioterapia ou osteopatia com queixas de dores persistentes no pescoço, na lombar ou mesmo dores de cabeça. O que muitos ignoram é que a origem pode estar numa antiga cicatriz abdominal, uma cesariana ou uma cirurgia ortopédica aparentemente bem-sucedida.

 

Isto acontece porque a fáscia, ao ser cortada e depois suturada, perde parte da sua mobilidade. Essa “âncora” invisível altera as tensões nas cadeias musculares, gerando compensações em outras partes do corpo — um ombro sobe, a bacia roda, a cervical é puxada para frente, e surge a dor.

 

 

Cicatrização: Um processo em três fases

 

  1. Fase Inflamatória (1 a 4 dias)

Há edema, dor, rubor e calor. O organismo inicia a resposta imunológica e a hemostasia.

 

  1. Fase Proliferativa (5 a 20 dias)

Formam-se fibroblastos e colagénio. Começa a formação da nova matriz extracelular.

 

  1. Fase de Maturação (a partir de 21 dias, podendo durar meses ou anos)

O tecido cicatricial é remodelado, tornando-se mais resistente, mas raramente igual ao original.

 

Mesmo após anos, o tecido cicatricial pode continuar a sofrer alterações, por isso é fundamental avaliá-lo regularmente.

 

 

Como a fisioterapia e a terapia manual atuam nas cicatrizes?

 

Tanto a fisioterapia quanto a terapia manual têm abordagens eficazes para libertar restrições teciduais causadas por cicatrizes, promovendo um reequilíbrio postural e funcional.

 

Avaliação individualizada

 

Antes de iniciar qualquer tratamento, é realizada uma avaliação completa para:

 

– Identificar o tipo de cicatriz

– Analisar a mobilidade do tecido cicatricial

– Verificar compensações posturais

– Avaliar padrões respiratórios e emocionais

 

Técnicas utilizadas

 

– Libertação miofascial: mobilização das aderências e tecidos restritos

– Mobilização visceral: essencial quando há envolvimento abdominal ou pélvico

– Mobilização diafragmática: melhora o padrão respiratório e reduz tensões viscerais

– Neuromodulação e EPI (eletrólise percutânea): para melhorar o trofismo e a função neuromuscular

– Reeducação Postural Global (RPG): corrige padrões compensatórios

– Pilates Clínico e Exercício Terapêutico: reeduca o controlo motor e fortalece as cadeias musculares

 

 

A importância da intervenção global

 

Uma cicatriz não deve ser tratada de forma isolada, mas sim no contexto global do corpo. Mesmo que esteticamente pareça discreta, os efeitos que produz podem ser profundos e multifatoriais.

 

Apenas massajar a zona com creme hidratante, embora útil para a pele, não é suficiente para desfazer as alterações funcionais internas.

 

 

Objetivos do tratamento fisioterapêutico

 

– Reduzir a dor e o desconforto

– Restaurar a mobilidade tecidual

– Reintegrar a função neuromuscular

– Corrigir alterações posturais

– Melhorar a biomecânica corporal

– Reequilibrar as tensões fasciais

– Restaurar a funcionalidade visceral e diafragmática

– Promover o bem-estar emocional

 

 

Casos comuns em que a cicatriz é a causa oculta

 

– Cesariana: dores lombares, alterações abdominais, dor pélvica

– Apendicectomia: dores na lombar ou no ombro direito (por alterações viscerais)

– Cirurgias ortopédicas (joelho, anca, coluna): restrições musculares e compensações posturais

– Episiotomia ou parto vaginal traumático: dor pélvica, dor nas relações sexuais

– Cirurgias oncológicas (mastectomia, histerectomia): alterações na respiração, postura, humor

 

 

Cicatrizes precisam de atenção especializada

 

A cicatriz é inevitável em muitos casos — parte de um processo de cura, de uma cirurgia necessária, de uma cesariana, mas não precisa ser sinónimo de dor, limitação ou desequilíbrio. Com o tratamento certo, é possível transformar essa marca numa parte funcional e integrada do corpo.

 

Se sente dor inexplicável, rigidez, cansaço crónico, alterações posturais ou desconfortos após uma lesão ou cirurgia antiga, a causa pode estar numa cicatriz mal tratada. A fisioterapia e a terapia manual têm um papel fundamental na identificação e tratamento dessas alterações.

 

No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos temos profissionais especializados na avaliação e tratamento de cicatrizes, com uma abordagem global, integrada e personalizada. Se necessitar da nossa ajuda, contacte-nos ou marque já a sua consulta.

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Neuromodulação

O sono é considerado um pilar básico para uma boa saúde, tão importante ou mais do que uma alimentação saudável ou o exercício físico. No entanto, não recebe toda a atenção que merece. O estilo de vida atual também não contribui para que a nossa noite de descanso seja de qualidade, no entanto, a neuromodulação não invasiva pode ser uma aliada contra a insónia.

 

A mudança de paradigma deve começar em cada pessoa. O Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos oferece-lhe a oportunidade de tratar as disfunções do sono de forma mais integrativa com a tecnologia de microcorrentes NESA®.

 

A neuromodulação não invasiva NESA® é especializada em melhorar a qualidade do sono, aumentar os níveis de sono profundo e aumentar a secreção de melatonina de forma não invasiva e eficaz, com efeitos que duram muito tempo.

 

 

Como você dorme? Sociedade Portuguesa de Pneumologia afirma que os portugueses dormem mal

 

Resultados de um inquérito realizado pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) e pela Sociedade Portuguesa de Medicina do Trabalho (SPMT) revelam que os portugueses dormem mal.

 

Os resultados deste inquérito revelam que 46% dos portugueses com idade igual ou superior a 25 anos dormem menos de 6 horas por dia, 32% consideram ter um mau sono, 21% dos inquiridos tem insónia inicial, demorando mais de 30 minutos para adormecer, 32% consideram o seu sono razoavelmente mau ou mau, e 40% referem, pelo menos, um episódio, no último mês, de dificuldade em manter-se acordados enquanto conduziam, durante as refeições ou em atividades sociais. Estes dados revelam que “portugueses dormem mal e isso pode trazer consequências potencialmente graves para a saúde”, referem as pneumologistas.


 

“A má higiene do sono afeta negativamente a qualidade de vida em termos de perda de memória, sonolência acentuada, défice de concentração, irritabilidade e alteração do humor. A sonolência associada a esta má higiene do sono aumenta o risco de acidentes de viação e de acidentes de trabalho. Se o número de horas de sono for inferior ou igual a 5 horas, o risco cardiovascular também aumenta” acrescentam Susana Sousa e Sílvia Correia, representantes da Comissão de Trabalho.

 

 

O que é a insónia?

 

A insónia é um distúrbio do sono caracterizado pela dificuldade em iniciar ou manter o sono, que provoca fadiga, irritabilidade, falta de concentração e perturbações de humor. Pode ter diversas causas, como stress, ansiedade, dores crónicas, doenças respiratórias ou hipertiroidismo.

 

A insónia afeta negativamente a qualidade de vida das pessoas que dela sofrem e pode provocar diversos problemas de saúde física e mental. Por isso, é importante procurar soluções que ajudem a melhorar o descanso e o bem-estar.

 

 

Neuromodulação não invasiva melhora a qualidade do sono

 

Uma das soluções mais inovadoras e eficazes é a neuromodulação não invasiva, uma tecnologia de saúde que modula o sistema nervoso através de sinais elétricos impercetíveis ao ser humano, de forma a otimizar o seu correto funcionamento bioelétrico.

 

A neuromodulação não invasiva tem vários benefícios para as pessoas com insónia, incluindo:

 

– Alivia dores que o impedem de dormir bem: Muitas pessoas sofrem de dores nas articulações, pescoço, lombares ou dores de cabeça que dificultam o adormecimento ou acordam durante a noite. A neuromodulação não invasiva pode reduzir a inflamação, relaxar os músculos e melhorar a mobilidade através de técnicas manuais, massagem, alongamento ou eletroterapia.

 

– Promove o relaxamento do corpo e da mente: O stress e a ansiedade são fatores que alteram o sono e geram um círculo vicioso: quanto menos se dorme, mais aumentam. A neuromodulação não invasiva pode ajudar a libertar a tensão, regular a frequência cardíaca e acalmar os pensamentos negativos através de exercícios respiratórios, meditação ou mindfulness.

 

– Estimula a atividade física moderada: O sedentarismo é outro inimigo do sono, pois implica um menor gasto energético e uma menor produção de endorfinas. A neuromodulação não invasiva pode recomendar uma rotina de exercício adaptada às necessidades e capacidades de cada pessoa, o que melhora a circulação, o tónus muscular e o humor.

 

– Oferece hábitos saudáveis ​​para dormir melhor: Para além de técnicas específicas, a neuromodulação não invasiva pode dar conselhos gerais para melhorar a higiene do sono, como estabelecer horários regulares para dormir e acordar, evitar refeições pesadas ou estimulantes antes de dormir, criar um ambiente escuro e silencioso no quarto ou evitar o uso de ecrãs antes de dormir.

 

 

Tecnologia de Neuromodulação NESA®

 

A neuromodulação não invasiva é uma disciplina que pode trazer muitos benefícios às pessoas com insónia, melhorando a sua qualidade de vida e saúde mental. É um tratamento impercetível e indolor para o paciente, cujos resultados se mantêm ao longo do tempo. Além disso, pode ser complementado com um kit de manutenção que permite reafirmar os resultados no conforto da sua casa.

 

A medicina está em constante evolução e, com ela, as expectativas dos doentes. As novas técnicas de neuromodulação não invasiva são para nós um fator de diferenciação e de inovação nas abordagens terapêuticas que utilizamos diariamente e que complementamos com o acompanhamento de excelência que garantimos a quem nos procura.

 

Se sofre de insónias ou conhece alguém que sofre, não hesite em marcar uma consulta connosco. Teremos todo o gosto em tratar as suas insónias com esta técnica revolucionária.

 

 

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Terapia Manual

A Terapia Manual engloba um conjunto de técnicas utilizadas por fisioterapeutas, particularmente na abordagem de problemas do sistema musculoesquelético. A sua aplicação baseia-se numa avaliação clínica individualizada e no raciocínio clínico, tendo em consideração os sintomas, a função, as características da pessoa e os seus objetivos.

Na fisioterapia musculoesquelética, a Terapia Manual pode incluir diferentes técnicas dirigidas às articulações e aos tecidos moles, como mobilizações articulares e técnicas manuais específicas. Estas intervenções podem ser utilizadas isoladamente ou, frequentemente, em conjunto com exercício terapêutico e educação, de acordo com as necessidades identificadas durante a avaliação.

A Terapia Manual não deve ser entendida como uma técnica única nem como uma abordagem que seja igual para todas as pessoas. A escolha das técnicas depende da avaliação realizada e da resposta de cada paciente ao longo do processo de intervenção.


Como funciona a Terapia Manual?


Antes de iniciar qualquer intervenção, é importante realizar uma avaliação clínica que permita compreender a natureza da queixa, identificar limitações funcionais e perceber quais os fatores que podem estar relacionados com os sintomas.

A partir dessa avaliação, o fisioterapeuta pode definir os objetivos da intervenção e selecionar as estratégias mais adequadas. Quando existe indicação para Terapia Manual, podem ser utilizadas técnicas destinadas, por exemplo, a melhorar a mobilidade articular, reduzir determinadas limitações do movimento ou contribuir para o controlo da dor.

A Terapia Manual é, assim, uma componente possível de uma intervenção mais abrangente. Dependendo da situação, o tratamento pode também incluir exercício terapêutico, educação, aconselhamento e estratégias de autocuidado.


Quais são os benefícios da Terapia Manual?


Os efeitos da Terapia Manual dependem da técnica utilizada, da condição clínica e das características individuais de cada pessoa. Em determinadas condições musculoesqueléticas, algumas técnicas manuais podem contribuir para a redução da dor e para a melhoria da mobilidade ou da função.

No entanto, não é adequado atribuir à Terapia Manual uma capacidade universal para tratar ou prevenir doenças, nem garantir resultados rápidos ou permanentes. A evidência científica varia de acordo com a condição clínica e com a técnica utilizada, sendo por isso importante que a intervenção seja integrada num plano de cuidados individualizado.

O objetivo é utilizar as técnicas que apresentem indicação para cada caso e acompanhar a evolução da pessoa, ajustando a intervenção sempre que necessário.


O que acontece numa sessão de Terapia Manual?


A primeira sessão começa habitualmente com uma avaliação clínica. O fisioterapeuta recolhe informação sobre os sintomas, a sua evolução, antecedentes relevantes, limitações nas atividades do dia a dia e outros fatores que possam ajudar a compreender a situação.

Sempre que necessário, são também avaliados aspetos como a mobilidade, a força, o movimento e a função da região corporal relacionada com a queixa.

Depois da avaliação, são definidos os objetivos da intervenção e explicadas as opções de tratamento. Quando a Terapia Manual é considerada adequada, podem ser utilizadas técnicas de mobilização articular ou técnicas dirigidas aos tecidos moles, de acordo com a situação clínica.

A intervenção deve ser adaptada à resposta da pessoa. A intensidade e o tipo de técnica utilizados podem variar de acordo com a condição, a região tratada e os objetivos estabelecidos.

Quando adequado, o fisioterapeuta poderá complementar a intervenção manual com exercícios e recomendações para realizar entre as sessões, de forma a favorecer a recuperação e a participação ativa da pessoa no processo terapêutico.


O que pode acontecer após uma sessão?


A resposta à Terapia Manual varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas podem sentir alterações temporárias dos sintomas, incluindo sensibilidade ou desconforto ligeiro após determinadas técnicas.

A ocorrência e a intensidade destes efeitos dependem da técnica utilizada e das características individuais. Por isso, qualquer reação relevante deve ser comunicada ao profissional que acompanha o paciente, permitindo ajustar a intervenção quando necessário.

A evolução dos sintomas também varia de acordo com a condição clínica. Algumas pessoas apresentam alterações num período relativamente curto, enquanto outras necessitam de um acompanhamento mais prolongado e de uma intervenção que combine diferentes estratégias terapêuticas.


Em que situações pode ser utilizada a Terapia Manual?


A Terapia Manual é sobretudo utilizada no contexto da abordagem de problemas neuromusculoesqueléticos, podendo fazer parte da intervenção em situações que envolvam dor, rigidez ou limitações do movimento.


A sua utilização deve resultar de uma avaliação clínica e não apenas da identificação de um determinado sintoma. Entre as situações em que determinadas técnicas de Terapia Manual podem ser consideradas encontram-se, por exemplo, algumas condições dolorosas da coluna vertebral e das articulações dos membros, sempre de acordo com a avaliação e indicação clínica.

A Terapia Manual pode também ser utilizada como complemento de outras estratégias de fisioterapia, nomeadamente o exercício terapêutico e a educação, procurando melhorar a função e ajudar a pessoa a recuperar ou manter a sua capacidade para realizar as atividades do quotidiano.


A Terapia Manual trata a causa da dor?


A expressão “tratar a causa da dor” deve ser utilizada com cuidado. A dor pode resultar da interação de diferentes fatores e nem sempre existe uma única estrutura ou alteração que possa ser identificada como a sua causa. Por esse motivo, a avaliação deve procurar compreender o conjunto de fatores relevantes para cada pessoa, em vez de assumir que todos os sintomas têm uma origem exclusivamente mecânica.

A Terapia Manual pode ser uma ferramenta útil dentro desse processo, mas não substitui a avaliação clínica nem deve ser apresentada como uma forma de identificar ou corrigir uma causa universal da dor.


A Terapia Manual é segura?


Quando utilizada por um profissional de saúde devidamente qualificado e após uma avaliação adequada, a Terapia Manual pode ser integrada num plano de intervenção musculoesquelética.

Tal como acontece com outras intervenções, podem existir efeitos adversos. A literatura descreve sobretudo reações transitórias e ligeiras ou moderadas após algumas formas de terapia manual, embora o risco varie de acordo com a técnica utilizada e as características da pessoa.

É por isso que a avaliação clínica, a seleção adequada das técnicas e a comunicação entre o profissional e o paciente são componentes importantes da intervenção.


Terapia Manual e Fisioterapia


A Terapia Manual não deve ser encarada como uma alternativa isolada à fisioterapia. No contexto da fisioterapia musculoesquelética, as técnicas manuais podem constituir uma das ferramentas utilizadas pelo fisioterapeuta, juntamente com exercício terapêutico, educação e outras estratégias de intervenção.

A escolha da abordagem depende sempre da avaliação individual e dos objetivos definidos para cada pessoa.

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No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos, a intervenção começa com uma avaliação individualizada, procurando compreender a queixa, as limitações existentes e os objetivos de cada pessoa.

Quando existe indicação para Terapia Manual, esta pode ser integrada num plano de fisioterapia adequado às necessidades de cada paciente, podendo ser complementada com exercício terapêutico e outras estratégias de intervenção.

Se apresenta dor, rigidez ou alguma limitação do movimento e pretende perceber se a Terapia Manual pode ser adequada ao seu caso, marque uma consulta.

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Nutrição

Tem receio de aumentar o seu peso nesta quadra? Hoje trazemos-lhe sugestões de nutrição para o Natal e Ano Novo!


Muitas pessoas sentem-se culpadas por consumirem pratos mais calóricos durante o período Natalício e procuram a minha orientação para equilibrar e solucionar a situação do aumento de peso e inchaço.


Dezembro é um mês em que aumenta o consumo de alimentos de elevada carga calórica (principalmente doces e salgados) e, por isso, o aumento médio de peso é de 2 a 3Kg nesta época.


Muitas vezes, na quadra natalícia chegamos a ingerir 3 vezes mais calorias do que aquelas que são necessárias.

 

 

Jantares de Natal, o drama calórico


Os Jantares de Natal são algo típico, o comum são entre 3 a 5, o que complica a gestão calórica. Como podemos contrariar esta tendência?


– Planear comer algo antes do jantar em casa mais apropriado como sopa ou 1 ovo;
– Controlar porções e ser moderado;
– Não ter mais olhos do que barriga;
– Começar a refeição com uma salada ou legumes disponíveis;
– Atenção a entradas como pão, queijos, enchidos e alimentos fritos. Opte por um prato de sobremesa e selecione as entradas que quer experimentar. Não convém preencher o prato;
– Atenção ao que bebe. Evite refrigerantes e bebidas alcoólicas brancas ou licores. Prefira a água, chá, refrigerante sem açúcar, cerveja ou 1 copo de vinho;
– Nos doces, opte por um prato de sobremesa e faça escolhas inteligentes. Não repita o prato.

 


Opções inteligentes para a consoada para não aumentar o seu peso

 

Passados os típicos Jantares de Natal, vem a grande noite de consoada, seguida do esperado Dia de Natal em que o consumo se repete. E, como sabemos, não precisamos de esperar muito para repetir a façanha, porque segue-se a maravilhosa noite de Passagem de Ano em que saímos sempre da regra, tornando-se quase inevitável aumentar o seu peso.


O que devemos fazer nestes dias sem que tenhamos de fazer restrição mas fazendo opções inteligentes?

  1. Evite o consumo de alimentos natalícios, se possível, antes do dia 24.

  2. Sabendo que tem jantares de Natal, deve minimizar o consumo nessas situações como já foi indicado.

  3. Controle porções.

  4. Inclua e inicie a refeição por vegetais ou saladas.

  5. Evite bebidas açucaradas. Opte por refrigerante zero ou vinho ou cerveja. Do mesmo modo, desvie-se de licores e bebidas brancas.

  6. Seja equilibrado e moderado, na comida e na bebida.

  7. Faça escolhas inteligentes. Nas sobremesas, por exemplo, escolha as que contêm mais ovo e menos açúcar visível como leite-creme.

  8. Hidrate-se bem. Não, não é com vinho. Prefira água ou infusões.

  9. Não fique com sobras de nada. Se é a anfitrião, no final da festa distribua comida pelos seus convidados. Se é convidada/o, evite trazer, mas caso não consiga dizer não, congele para evitar tentações logo nos dias seguintes.

  10. Não fuja da balança. Controle o peso semanalmente, ajuda a ter uma noção da variação do mesmo.

  11. Preocupe-se em compensar depois: usando estratégias de emagrecimento e aumentando o exercício nos dias seguintes. Resumindo, mantenha-se ativo.

  12. Foque-se em conviver e desfrutar, não só em comer.

 


É possível aproveitar as delícias do Natal com moderação


Após as festividades, é altura da Missão Impossível – Nutricionista com Urgência, porque percebemos que as calças que adoramos já não apertam ou vimo-nos numa fotografia na Passagem de Ano que Valha-nos Deus. Então, aqui, está na hora de colocar em prática o que na teoria sei que já sabe:

– Hidrate-se corretamente (cerca de 1,5L água ou chá/ infusões por dia);
– Prefira alimentos integrais;
– Use estratégias de emagrecimento conscientes;
– Aumente ao exercício físico.


Caso não esteja a ser suficiente e no final de uma semana não note diferenças na balança, deve consultar um nutricionista.

 

E não se esqueça, aproveite a avaliação inicial de nutrição gratuita!

 

A nossa oferta encontra-se em vigor até ao dia 31 de Dezembro de 2023.

 

 

Marque aqui a sua avaliação inicial de nutrição gratuita:

 

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Nutrição

Quantas vezes já fez dietas sem o acompanhamento de um nutricionista? Muitas pessoas não sabem, mas, ao modificar a alimentação baseando-se em revistas e sites na internet sem rigor científico, ou seja, sem  devida avaliação nutricional, pode gerar consequências graves para a saúde, a curto e longo prazo.

 

Como estamos conscientes da importância de uma rigorosa avaliação nutricional antes da implementação de um qualquer plano alimentar, decidimos oferecer-lhe uma avaliação inicial de nutrição.

 

 

Em que consiste uma avaliação inicial de nutrição?

 

A avaliação nutricional possui o objetivo de identificar o nosso estado nutricional e assim reconhecer quais as necessidades alimentares que temos. Dessa forma, é possível intervir adequadamente para a manutenção ou recuperação da nossa saúde.

 

A avaliação inicial consiste na recolha simples da história clínica e dos dados antropométricos: peso, altura e composição corporal (massa gorda, massa muscular e gordura visceral) seguindo-se a interpretação destes resultados, que serão sempre relacionados à condição nutricional atual.

 

Com as informações recolhidas, o nutricionista consegue compreendê-lo e, se necessitar, propor um plano de tratamento individualizado e personalizado, que seja exequível dentro do seu contexto diário.

 

 

Porque devemos realizar uma avaliação inicial de nutrição?

 

A avaliação nutricional serve para o nutricionista perceber o seu estado nutricional e clínico geral, assim como compreender se necessita de apoio nutricional e marcação de consulta posterior.

 

É também a partir da avaliação nutricional que se apresenta um tratamento adjuvante para a maior parte das doenças. No caso de não haver nenhuma doença pré-existente, pode-se tratar sinais e sintomas que reduzem a qualidade de vida, como:

– indisposição;

– queda do estado imunológico;

– stress;

– insónia / sonolência excessiva;

– unhas e cabelos enfraquecidos;

– baixo desempenho em atividades físicas.

 

O intuito final das nossas avaliações nutricionais, em todos os casos, é a saúde, e a falta da avaliação nutricional adequada, impede-o de atingir um excelente estado de saúde. Em nenhum momento, a nossa avaliação inicial de nutrição tem apenas como objetivo a prescrição de um plano alimentar.

 

 

Quais são as vantagens da realização de uma avaliação inicial de nutrição?

 

As principais vantagens estão relacionadas com a perceção do nível em que se encontra, nomeadamente:

– normalidade de peso / excesso de peso / grau de obesidade;

– se existe risco cardiovascular;

– percentagem de gordura visceral (gordura em volta dos órgãos).

 

 

Quais são as técnicas / métodos utilizados nesta avaliação?

 

A consulta de avaliação inicial de nutrição começa com a recolha e registo no computador dos seus dados gerais de saúde. Também são elaboradas diversas questões sobre a sua frequência alimentar e sobre o consumo de determinados alimentos.

 

De seguida, iniciamos a avaliação antropométrica, um método que avalia as medidas do corpo, sendo uma ferramenta útil para identificar o estado nutricional, como excesso de peso ou desnutrição.

 

A medição do seu peso é realizada numa balança de bioimpedância que avalia a composição corporal, ou seja, a quantidade de massa gorda, massa muscular e gordura visceral (à volta dos órgãos).

 

Finalizamos a nossa consulta com a interpretação de todos estes resultados. De acordo com a análise realizada, o nutricionista determinará o seu estado nutricional atual e irá dar-lhe as recomendações necessárias.

 

Tenha sempre em mente que a avaliação nutricional vai além da diminuição do peso e de gordura. Trata-se de uma questão de saúde.

 

Com a avaliação nutricional adequada, você pode garantir uma alimentação saudável e equilibrada, evitando deficiências nutricionais e melhorando a qualidade de vida.

 

 

A nossa nutricionista

 

A Dra. Isa Ferreira, licenciada em Ciências da Nutrição pelo Instituto Universitário de Ciências da Saúde, também possui diversas formações complementares, tais como:

– Curso de Nutrição em Doenças Gastrointestinais pela APN;

– Curso de Alimentação Restrita em FODMAPs pela APN;

– Curso Avançado de Endocrinologia & Nutrição pela Academia Clínica Espregueira;

– Curso de Nutrição e Controlo de Peso pela Academia Clínica Espregueira;

– Curso de Nutricoaching pela Dra. Joana Carvalho Costa;

– Certificação em Nutrição Desportiva pela WellX ProSchool.

 

Se deseja conhecer o seu estado nutricional atual e optar por uma nutrição saudável e equilibrada, marque já a sua avaliação inicial de nutrição completamente gratuita!

 

A nossa oferta encontra-se em vigor até ao dia 31 de Dezembro de 2023.

 

 

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Neuromodulação

A tecnologia de microcorrentes NESA foi projetada para emitir até 19.000 impulsos bioelétricos por minuto e mais de 1.100.000 impulsos por hora. Estes impulsos harmoniosamente coordenados, em frequências fisiológicas entre 1 e 15hz, com uma potência ligeira e subtil, permitem a geração gradual de respostas neuromoduladoras endógenas.

 

Estas respostas, que se mantêm ao longo do tempo, conseguem melhorias clínicas nos doentes, sobretudo nas zonas onde se tratou uma perturbação do sistema nervoso autónomo.

 

Graças à tecnologia avançada NESA, conseguimos emitir milhares de impulsos por minuto de forma coordenada pelas vias nervosas de menor impedância. Através dos 24 elétrodos estrategicamente colocados nos nervos das vias periféricas, conseguimos transformar a estimulação elétrica em informação eletrofisiológica.

 

Portanto, a aplicação de microcorrentes NESA provoca uma entrada em doses baixas e constantes que podem neuromodular os potenciais de ação neuronal, afetados por uma anormalidade no seu funcionamento, causando alterações endógenas e respostas adaptativas com o objetivo de melhorar o sistema afetado.

 

O tipo de microcorrentes de baixa frequência aplicadas globalmente, tem como principal objetivo a neuromodulação global do organismo. As características dos estímulos bioelétricos das microcorrentes NESA são o culminar da análise exaustiva de mais de 20 anos sobre o funcionamento da direcionalidade bioelétrica e o comportamento bioelétrico do corpo humano.

 

 

O potencial das microcorrentes NESA

 

Imagine os neurónios como delicadas e elegantes borboletas da alma, cujos mistérios poderão um dia ser desvendados através de microcorrentes. Já se perguntou se um dia o esvoaçar destas borboletas nos poderá revelar o mistério da mente? Estas belas palavras são de Santiago Ramón y Cajalum, um cientista espanhol galardoado com o Prémio Nobel que descobriu os neurónios.

Santiago Ramón y Cajal desenhava com a mão tudo o que via ao microscópio. Basicamente, foi ele quem lançou as bases da estrutura e do conceito de neurónio.


Mais tarde, os cientistas Hodgkin e HuxleyEles deram-nos a chave para compreender como os sinais nervosos viajam pelo corpo. Graças a eles, hoje podemos influenciar e alterar a forma como os nossos neurónios se comportam através de tratamentos elétricos. Felizmente, os seres humanos têm um corpo pacífico e um cérebro criativamente curioso, o que nos permite avançar e descobrir coisas novas.

 

 

Os segredos da eletricidade no nosso corpo

 

Graças a todas as pesquisas sobre a eletricidade no nosso corpo, sabemos que ela funciona em diferentes níveis de intensidade: desde picoamperes, nanoamperes e finalmente microamperes. Estas intensidades são determinantes para todos os processos de modulação e de cura do organismo, ou seja, para a sua regeneração.

 

O cientista Robert Becker, a quem chamamos “pai da electromedicina” fez experiências com salamandras para compreender melhor este facto. Descobriu que a utilização de microcorrentes pode ajudar a curar a pele e as úlceras.

 

Mas aqui estava o truque: não importa apenas a quantidade de eletricidade que aplicamos. Também importa a forma como alteramos o ritmo de pulsação, a direção e até o tempo que aplicamos a eletricidade. Por isso, compreender exatamente o que funciona no corpo humano com estas microcorrentes é um desafio.

 

 

Microcorrentes NESA: Ciência eletrizante

 

Felizmente, com o avanço da ciência e a incrível criatividade de uma equipa de médicos e engenheiros, podemos agora ter à nossa disposição as microcorrentes NESA. Também conhecidas como “microcorrentes inteligentes”, porquê? Porque são como toques elétricos pequenos e muito precisos.

 

Ajustamos cuidadosamente os microamperes, as tensões e as frequências para cada programa. O objetivo é só um: fazer com que o nosso corpo funcione melhor, especialmente o sistema nervoso autónomo.

 

Estudos anteriores mostraram que a utilização de microcorrentes “estáveis”, com ajustes fixos, poderia ser utilizada como meio de reduzir o risco de danos ao ambiente, mas o que é espantoso nas microcorrentes NESA é o facto de estarem constantemente a mudar.

 

Imagine que cada programa tem pequenas variações a cada 130 milissegundos, gerando movimentos elétricos de até 1000 micrómetros e 14 vezes por segundo, o que é tão rápido como as asas de um beija-flor a bater no ar! Quando aplicamos estas microcorrentes no corpo, cria-se um efeito espantoso que chama a atenção para os movimentos elétricos e para os seus “recetores simpáticos”.

 

Com o tempo, tudo isto provoca uma série de reações no nosso sistema nervoso, como uma espécie de efeito dominó que o faz mudar e adaptar-se. E, como resultado, os aspetos que foram perturbados por coisas externas voltam ao normal, como se estivéssemos a consertar um controlo descontrolado e um pouco desordenado no nosso corpo.

 

 

Principais funções clínicas conhecidas da neuromodulação não invasiva

 

As técnicas de neuromodulação não invasiva têm sido alvo de muitos estudos, que ao longo do tempo têm demonstrado excelentes resultados no seguinte:

 

– Alívio da dor crónica e neuropática;

– Melhoria da qualidade do sono;

– Redução do stresse e ansiedade;

– Redução da fadiga muscular e crónica;

– Melhoria dos sintomas da bexiga hiperativa;

– Aumento da imunidade;

– Aceleração da recuperação muscular;

– Aumento da neuroeficiência.

 

As novas técnicas de neuromodulação não invasiva são para nós um fator de diferenciação e de inovação nas abordagens terapêuticas que utilizamos diariamente e que complementamos com o acompanhamento de excelência que garantimos a quem nos procura.

 

Se gostava de experimentar estas novas técnicas com vista ao tratamento das suas patologias, marque já a sua consulta.

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Neuromodulação

O Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos adquiriu recentemente um aparelho inovador, dotado de uma tecnologia recente e revolucionária, focado no tratamento do sistema nervoso autónomo com efeitos na melhoria da qualidade do sono, imunidade, depressão e ansiedade, regeneração de células, tratamento de lesões, entre outros grandes benefícios.

 

Quando a utilização é associada a outras terapias como fisioterapia ou osteoetiopatia , os resultados são potencializados, porque a neuromodulação desencadeia um pico de neuroplasticidade, o que possibilita acelerar o processo de reabilitação para quadros agudos e possibilita traçar novos prognósticos para pacientes com patologias crónicas.

 

 

O que é a neuromodulação não invasiva?

 

A neuromodulação é um termo que abrange uma série de técnicas de atuação no sistema nervoso, podendo ser invasiva (cirúrgica) ou não invasiva.

 

A neuromodulação não invasiva é uma técnica que altera e corrige desequilíbrios no nível da atividade cerebral, característicos das disfunções neurológicas. Como o próprio nome diz, é não invasiva e realizada por meio de aplicação de estímulos eletromagnéticos.

 

 

Para que problemas está indicada a neuromodulação?

 

As técnicas de neuromodulação não invasiva têm sido alvo de muitos estudos, que ao longo do tempo têm demonstrado resultados excelentes no tratamento das seguintes patologias:

 

– Afasia;

– Ansiedade;

– Alucinação auditiva da esquizofrenia;

– Cefaleias;

– Depressão;

– Distonia;

– Distúrbios cognitivos;

– Distúrbios vestibulares; 

– Doença de Parkinson;

– Dor Crônica;

– Dor neuropática;

– Enxaquecas;

– Epilepsia;

– Fibromialgia;

– Lesões músculo-esqueléticas;

– Osteoartrose;

– Recuperação do Acidente Vascular Cerebral (AVC);

– Transtorno Afetivo Bipolar;

– Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH);

– Transtorno do Espectro Autista (TEA);

– Transtorno do Stress Pós-Traumático;

– Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC);

– Transtornos Alimentares;

– Traumatismo Crânio Encefálico (TCE);

– Zumbido Crónico.


 

Tecnologia de Neuromodulação NESA®

 

A tecnologia médica de neuromodulação não invasiva NESA XSIGNAL® possui certificação de saúde de acordo com a diretiva CE, 93/42/CEE e é destinada à modulação do sistema nervoso autónomo, utilizada como tratamento integrador de tratamentos médicos e fisioterapêuticos.

 

Esta tecnologia também é utilizada no desporto de alto rendimento e é um otimizador e potencializador do trabalho clínico, que atua no neurótomo do paciente.

 

Os profissionais do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos utilizam esta tecnologia de última geração como suporte nos seus tratamentos, que tem como principais benefícios:

 

– Aceleração da recuperação muscular;

– Alívio de dores crónicas e neuropáticas;

– Melhoria da qualidade do sono;

– Redução da ansiedade e stress;

– Ajuda no tratamento da depressão;

– Aumento da imunidade;

– Controlo da incontinência urinária.

 

As novas técnicas de neuromodulação não invasiva são para nós um fator de diferenciação e de inovação nas abordagens terapêuticas que utilizamos diariamente e que complementamos com o acompanhamento de excelência que garantimos a quem nos procura.

 

Se gostava de experimentar estas novas técnicas com vista ao tratamento das suas patologias, marque já a sua consulta.

 

 

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