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Neuromodulação

Dormir é um dos pilares essenciais da saúde e do bem-estar. Contudo, cada vez mais portugueses sofrem de insónia e distúrbios do sono que afetam a energia, a concentração e até a saúde mental. A boa notícia é que a ciência e a tecnologia têm vindo a evoluir para oferecer soluções eficazes e seguras — e uma delas já está disponível nas nossas clínicas de Rebordosa e Espinho: a Neuromodulação não invasiva da Nesaworld.

 

Recentemente, esta terapia foi destacada pela Revista Sábado no artigo “Os segredos para uma noite tranquila e revigorante” (edição de 1 de outubro de 2025), que aborda os avanços no tratamento da insónia e o papel inovador do fisioterapeuta Dr. Filipe Ramos, fundador do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos.

 

“Uma pessoa com insónias tem o sistema nervoso simpático extremamente elevado, e a neuromodulação envia impulsos elétricos que reequilibram o sistema nervoso autónomo, promovendo um sono mais profundo e reparador”, explicou o Dr. Filipe Ramos à Sábado.

 

 

Um caso real tratado na nossa clínica

 

Entre os casos que comprovam a eficácia deste método, destaca-se o de Luís Rodrigues, um dos nossos pacientes, que durante mais de 10 anos viveu com insónias severas e noites em claro. O seu testemunho foi também partilhado na reportagem:

 

“Adormecia sem dificuldade, mas acordava às 3h ou 4h da manhã e já não voltava a adormecer”, contou. “Cheguei a beber 18 cafés por dia.”

 

Depois de inúmeras tentativas falhadas e tratamentos medicamentosos sem sucesso, foi através da Neuromodulação não invasiva que conseguiu finalmente recuperar o sono e a qualidade de vida.

 

“Durmo cinco, seis horas seguidas e bem dormidas. Mesmo quando desperto à noite, volto a adormecer. Vou envelhecendo, mas sinto-me mais novo do que há 10 anos”, afirmou Luís Rodrigues à Revista Sábado.

 

Para o Dr. Filipe Ramos, este é um exemplo inspirador do impacto que a neuromodulação pode ter na saúde e no equilíbrio de quem sofre com insónia, ansiedade ou fadiga crónica. “Cada paciente é único e merece uma abordagem personalizada. A neuromodulação permite-nos atuar sobre o sistema nervoso autónomo, promovendo uma verdadeira reeducação neurológica do corpo”, explica.

 

 

Como funciona a Neuromodulação não invasiva

 

A Neuromodulação não invasiva é um tratamento tecnológico avançado e indolor, desenvolvido pela Nesaworld, que utiliza impulsos elétricos suaves para recalibrar o sistema nervoso autónomo. Este sistema é responsável pela regulação de funções vitais como o sono, o stress, o ritmo cardíaco e a digestão.

 

Durante o tratamento, o paciente permanece confortavelmente sentado ou deitado num cadeirão ligado ao equipamento de neuromodulação. Cada sessão dura cerca de uma hora. A terapia tem efeito cumulativo, sendo geralmente recomendadas 10 sessões iniciais, seguidas de sessões de manutenção mensais para resultados duradouros.

 

Ao equilibrar a atividade elétrica cerebral e a resposta do sistema nervoso, este método melhora a qualidade do sono, reduz os níveis de ansiedade e potencia a recuperação física e emocional.

 

 

Muito mais do que tratar insónias

 

Embora o destaque da reportagem tenha sido o tratamento da insónia, a Neuromodulação não invasiva tem mostrado resultados positivos noutras condições clínicas, como:

 

– ansiedade e stress crónico,

– fadiga persistente,

– fibromialgia e dor muscular,

– perturbações hormonais,

– distúrbios digestivos e circulatórios.

 

Tudo isto de forma natural, não farmacológica e sem efeitos secundários.

 

 

O compromisso do Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos

 

Com unidades em Rebordosa e Espinho, o Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos tem-se afirmado como referência nacional em terapias de reabilitação e bem-estar.
Sob a direção do Dr. Filipe Ramos, fisioterapeuta e especialista em terapias manuais e neuromodulação, as equipas da clínica trabalham com um propósito claro: ajudar cada paciente a recuperar o equilíbrio físico e emocional, através de abordagens integradas e inovadoras.

 

“Acreditamos que o corpo tem uma extraordinária capacidade de autorregulação — basta sabermos como o estimular corretamente. É isso que a neuromodulação nos permite fazer”, reforça o Dr. Filipe Ramos.

 

 

Um agradecimento especial

 

O Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos agradece profundamente ao nosso paciente Luís Rodrigues, pela confiança, pelo testemunho e pela generosidade em partilhar a sua história, inspirando outras pessoas a procurar ajuda e a acreditar na recuperação.

 

Agradecemos igualmente à Revista Sábado e à jornalista Susana Lúcio por darem visibilidade a este tema tão relevante para a saúde pública, e por destacarem o papel do Dr. Filipe Ramos e das nossas clínicas neste avanço terapêutico.

 

Convidamo-lo(a) a ler o artigo completo da Revista Sábado e a conhecer melhor este tratamento inovador que está a transformar vidas.

 

Se sofre de insónia, ansiedade ou fadiga crónica, ou se simplesmente procura recuperar o equilíbrio do seu corpo e mente, agende uma avaliação connosco.


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Fisioterapia, Osteoetiopatia

Muitas pessoas convivem com cicatrizes no corpo, sejam elas provenientes de cirurgias, acidentes ou doenças. À primeira vista, parecem apenas marcas inofensivas — sinais visíveis de um processo de cura. No entanto, o que poucos sabem é que essas cicatrizes podem estar na origem de dores crónicas, disfunções musculares, alterações posturais e até sintomas emocionais. Neste artigo, exploramos em profundidade as consequências ocultas das cicatrizes e como a fisioterapia e a osteoetiopatia podem ser decisivas para restaurar o equilíbrio e o bem-estar.

 

 

O que é uma cicatriz?

 

Uma cicatriz é o resultado final do processo de cicatrização do corpo após uma lesão tecidual. Ela representa um remendo do tecido conjuntivo fibroso que substitui temporariamente a estrutura original lesionada, com o objetivo de fechar a ferida e proteger o organismo.

 

Apesar de ser uma solução biológica eficaz, a cicatriz nunca possui a mesma estrutura, elasticidade e funcionalidade do tecido original, especialmente se a lesão for profunda e atingir múltiplas camadas — pele, tecido subcutâneo, fáscia, músculo e, por vezes, vísceras.

 

 

A fáscia: O tecido que liga todo o corpo

 

A fáscia é um tecido conjuntivo contínuo que envolve músculos, ossos, órgãos e outras estruturas do corpo. É responsável por transmitir forças mecânicas, permitir deslizamento entre estruturas e manter a harmonia do movimento. Quando a fáscia é afetada por um corte profundo, como o de uma cirurgia, a sua continuidade e elasticidade são comprometidas.

 

Além disso, a fáscia possui inúmeros recetores nervosos, e qualquer agressão a esse tecido é “gravada” numa memória corporal inconsciente. Isso pode levar a bloqueios físicos e emocionais, mesmo anos após o evento que originou a cicatriz.

 

A fáscia, por estar altamente inervada, regista a memória da lesão, inclusive emocional. Situações traumáticas, como acidentes ou cirurgias de emergência, deixam marcas não apenas físicas, mas emocionais. Quando não tratadas, estas memórias mantêm o corpo em estado de defesa, dificultando a mobilidade, o relaxamento e a recuperação funcional.

 

 

Cicatrizes: Marcas visíveis com efeitos invisíveis

 

Apesar de pequenas, as cicatrizes podem desencadear um efeito dominó no corpo. Quando há perda de mobilidade na região da cicatriz, os tecidos circundantes tentam compensar essa limitação. Isso provoca alterações a longo prazo, muitas vezes sem que o paciente associe a dor ou o desconforto à cicatriz original.

 

As principais alterações causadas por cicatrizes incluem:

 

– Restrição de mobilidade tecidual

– Dor local ou irradiada

– Alterações posturais (como ombros enrolados ou inclinação pélvica)

– Dores musculares e articulares (pescoço, costas, quadris)

– Disfunções viscerais (digestivas, urinárias ou ginecológicas)

– Alterações na sensibilidade da pele (hipersensibilidade, formigueiro ou dormência)

– Comprometimento da função muscular

– Sintomas emocionais (ansiedade, tristeza, alterações de sono)

 

 

Tipos de cicatrizes patológicas

 

Nem todas as cicatrizes evoluem de forma saudável. Quando o processo de cicatrização sofre interferências, podem surgir:

 

  1. Cicatrizes Hipertróficas

Elevadas, espessas e vermelhas, mas restritas à área da lesão original.

 

  1. Queloides

Excesso de tecido cicatricial que ultrapassa os limites da lesão. Podem crescer progressivamente e ser dolorosos.

 

  1. Cicatrizes Atróficas

Afundadas em relação à pele, comuns em casos de acne severa ou varicela.

 

Cada tipo apresenta características específicas e exige uma abordagem personalizada no tratamento fisioterapêutico e osteoetiopático.

 

 

A relação entre cicatrizes e dores a longo prazo

 

Muitos pacientes procuram clínicas de fisioterapia ou osteopatia com queixas de dores persistentes no pescoço, na lombar ou mesmo dores de cabeça. O que muitos ignoram é que a origem pode estar numa antiga cicatriz abdominal, uma cesariana ou uma cirurgia ortopédica aparentemente bem-sucedida.

 

Isto acontece porque a fáscia, ao ser cortada e depois suturada, perde parte da sua mobilidade. Essa “âncora” invisível altera as tensões nas cadeias musculares, gerando compensações em outras partes do corpo — um ombro sobe, a bacia roda, a cervical é puxada para frente, e surge a dor.

 

 

Cicatrização: Um processo em três fases

 

  1. Fase Inflamatória (1 a 4 dias)

Há edema, dor, rubor e calor. O organismo inicia a resposta imunológica e a hemostasia.

 

  1. Fase Proliferativa (5 a 20 dias)

Formam-se fibroblastos e colagénio. Começa a formação da nova matriz extracelular.

 

  1. Fase de Maturação (a partir de 21 dias, podendo durar meses ou anos)

O tecido cicatricial é remodelado, tornando-se mais resistente, mas raramente igual ao original.

 

Mesmo após anos, o tecido cicatricial pode continuar a sofrer alterações, por isso é fundamental avaliá-lo regularmente.

 

 

Como a fisioterapia e a osteoetiopatia atuam nas cicatrizes?

 

Tanto a fisioterapia quanto a osteoetiopatia têm abordagens eficazes para libertar restrições teciduais causadas por cicatrizes, promovendo um reequilíbrio postural e funcional.

 

Avaliação individualizada

 

Antes de iniciar qualquer tratamento, é realizada uma avaliação completa para:

 

– Identificar o tipo de cicatriz

– Analisar a mobilidade do tecido cicatricial

– Verificar compensações posturais

– Avaliar padrões respiratórios e emocionais

 

Técnicas utilizadas

 

Libertação miofascial: mobilização das aderências e tecidos restritos

Mobilização visceral: essencial quando há envolvimento abdominal ou pélvico

Mobilização diafragmática: melhora o padrão respiratório e reduz tensões viscerais

Neuromodulação e EPI (eletrólise percutânea): para melhorar o trofismo e a função neuromuscular

Reeducação Postural Global (RPG): corrige padrões compensatórios

Pilates Clínico e Exercício Terapêutico: reeduca o controlo motor e fortalece as cadeias musculares

 

 

A importância da intervenção global

 

Uma cicatriz não deve ser tratada de forma isolada, mas sim no contexto global do corpo. Mesmo que esteticamente pareça discreta, os efeitos que produz podem ser profundos e multifatoriais.

 

Apenas massajar a zona com creme hidratante, embora útil para a pele, não é suficiente para desfazer as alterações funcionais internas.

 

 

Objetivos do tratamento fisioterapêutico e osteoetiopático

 

– Reduzir a dor e o desconforto

– Restaurar a mobilidade tecidual

– Reintegrar a função neuromuscular

– Corrigir alterações posturais

– Melhorar a biomecânica corporal

– Reequilibrar as tensões fasciais

– Restaurar a funcionalidade visceral e diafragmática

– Promover o bem-estar emocional

 

 

Casos comuns em que a cicatriz é a causa oculta

 

Cesariana: dores lombares, alterações abdominais, dor pélvica

Apendicectomia: dores na lombar ou no ombro direito (por alterações viscerais)

Cirurgias ortopédicas (joelho, anca, coluna): restrições musculares e compensações posturais

Episiotomia ou parto vaginal traumático: dor pélvica, dor nas relações sexuais

Cirurgias oncológicas (mastectomia, histerectomia): alterações na respiração, postura, humor

 

 

Cicatrizes precisam de atenção especializada

 

A cicatriz é inevitável em muitos casos — parte de um processo de cura, de uma cirurgia necessária, de uma cesariana, mas não precisa ser sinónimo de dor, limitação ou desequilíbrio. Com o tratamento certo, é possível transformar essa marca numa parte funcional e integrada do corpo.

 

Se sente dor inexplicável, rigidez, cansaço crónico, alterações posturais ou desconfortos após uma lesão ou cirurgia antiga, a causa pode estar numa cicatriz mal tratada. A fisioterapia e a osteoetiopatia têm um papel fundamental na identificação e tratamento dessas alterações.

 

No Centro de Terapia Manual – Filipe Ramos temos profissionais especializados na avaliação e tratamento de cicatrizes, com uma abordagem global, integrada e personalizada. Se necessitar da nossa ajuda, contacte-nos ou marque já a sua consulta.

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Osteoetiopatia

As preocupações em excesso, inseguranças, medos, excesso de horas de trabalho, atividades domésticas e demais atividades relacionadas com a rotina diária, são um grande fardo para maioria da população.

 

Por isso, é normal que uma grande parte da sociedade se sinta esgotada. A origem disso nem sempre é física, pode ser emocional e pode afetar crianças e adultos. Até o nosso corpo colapsar, há um longo caminho que o mesmo percorre, sendo comum a manifestação de sintomas para avisar que algo não está bem.

 

É normal que nesta fase as pessoas apresentem dificuldade de concentração, irritação, cansaço e dores e fraqueza musculares.

 

Má postura para a saúde

 

Muitos pacientes não se sentem confortáveis quando se sentam, caminham e deitam, pois o seu corpo dá sinais de que algo está errado. Muitas vezes, a origem deste incómodo está relacionado com a posição inadequada do nosso corpo nas tarefas diárias.

 

Os sintomas mais comuns são dor cervical e/ou lombar, fadiga, barriga protuberante, cifose e insónias, sendo tudo consequências da má postura.

 

A má postura não tem consequências apenas estéticas, ela também pode causar problemas físicos que prejudicam a qualidade de vida, tais como alterações na coluna vertebral, especialmente nas regiões cervical e a lombar.

 

Ainda que não acusem problemas de imediato, é provável que a médio e longo prazo possam se pronunciar por meio de diferentes doenças.

 

Osteoetiopatia, uma solução eficaz para os seus problemas

 

A Osteoetiopatia baseia-se no princípio de que o bem-estar de um indivíduo depende da harmonia entre os seus ossos, músculos, ligamentos e tecido conjuntivo.

 

Esta terapia manual, que se aplica a diversas patologias, diferencia-se da osteopatia porque integra o conhecimento de outras áreas, como a etiopatia, para tratar a raiz do problema.

 

A Osteoetiopatia é por isso uma forma de detetar, tratar e prevenir diversos problemas de saúde através da mobilização, do alongamento e de massagem dos músculos e articulações do paciente.

 

Durante as técnicas aplicadas, o osteoetiopata poderá mexer nas articulações, músculos e nervos para aliviar a dor e melhorar a mobilidade da parte do corpo.

 

Esta terapia é indicada para pessoas que tem dores e espasmos musculares, dor nas costas, pescoço e ombros e cefaleias, por exemplo, e outros problemas no corpo causados pelo sedentarismo, má postura, lesões desportivas ou excesso de stresse.

 

A osteoetiopatia é indicada para pessoas de todas as idades e como é uma especialidade muito abrangente, tem muitas mais indicações terapêuticas, que pode consultar aqui.

 

Em que consiste uma consulta de osteoetiopatia?

 

A consulta inicia-se com uma avaliação detalhada do paciente, em que todo o histórico dos sintomas será abordado e interpretado. Posteriormente são realizados alguns testes específicos para a identificação da causa do problema, e consequente, é elaborado o diagnóstico clínico.

 

Este diagnóstico é a base para definir o plano terapêutico, que será composto por um conjunto de técnicas que permitem as correções fisiológicas e articulares, aconselhamento especifico sobre exercícios que o paciente pode efetuar, bem como quais as posturas corporais que são necessárias melhorar.

 

A duração do tratamento, incluindo a quantidade de terapias e o intervalo entre elas, depende da resposta de cada paciente, sempre em função da sintomatologia e da resposta do corpo.

 

Livre-se das dores! Marque já a sua consulta de osteoetiopatia.
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